Revisitando meus gastos – 2018

O primeiro post que fiz sobre meus maiores e menores gastos foi em 2013, depois fiz outro em 2016. Agora minha situação financeira mudou bastante, então fiz um novo relatório:

Gasto mais/passei a gastar com:

  • Saúde: entre remédios, terapia e consultas, meu tratamento contra a depressão chega a quase 10% dos meus gastos atuais.
  • Alimentação: diminuí bastante o consumo de fast-food, mas estou fazendo uma reeducação alimentar (orientada por uma nutricionista) e acabo gastando mais com comidas saudáveis, que costumam ser caras.
  • Despesas de casa: já não gasto tanto com móveis e decoração, mas os valores das contas de casa (aluguel, condomínio, energia elétrica) continuam aumentando todo ano.
  • Educação: somadas, as mensalidades da pós-graduação e do FIES representam o meu segundo maior gasto, totalizando quase 30% das minhas despesas.

Gasto menos com:

  • Academia: parei por completo de frequentar a academia e fazer as aulas de Krav Maga. Infelizmente não consegui fazer e passar no exame da faixa verde, mas com o aumento dos gastos essenciais ficou impossível pagar academia.
  • Transporte:  no ano passado eu gastei bastante com aplicativos de táxi como Uber e afins, na maior parte do tempo por estar atrasada ou com preguiça de andar/pegar ônibus. Esse ano eu resolvi cortar isso.

Gastos que praticamente não mudaram:

  • Roupas, sapatos e acessórios: continuo comprando tanto quanto nos últimos dois anos, na maioria das vezes apenas quando preciso substituir alguma peça.
  • Produtos de beleza: gastei muito no ano passado por causa do meu problema com espinhas, mas agora estou conseguindo reduzir. Meu maior gasto é com produtos para o cabelo, já que passei a fazer  o famoso cronograma capilar.
  • Livros: minha principal fonte de leitura ainda é o Lê Livros. 😀
  • Celular: ainda faço as recargas de R$ 25 mensais.
  • Hobbies: continuo comprando jogos 2 vezes por ano nas Steam Sales, continuo assinando Netflix, e agora faço a assinatura de riscos do Clube do Bordado, de R$ 8,00 por mês.

Como vocês podem ver, a situação não está boa: meus gastos essenciais aumentaram bastante, e não tenho muitos gastos supérfluos para cortar e compensar esse aumento. O que me deixa mais tranquila é ainda conseguir poupar um pouco do que recebo (tenho duas “poupanças” no momento: uma para a aposentadoria, outra para uma futura mudança de apartamento), e também saber que essa condição é temporária – a pós termina em julho de 2019, e o tratamento contra a depressão também não é eterno (espero!). Por enquanto eu só preciso aguentar firme.

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Objetivos financeiros para 2018

Como prometido no post anterior, esses são os meus objetivos financeiros para 2018:

Aumentar a poupança mensal para aposentadoria: em 2017 eu comecei a guardar uma quantidade para a minha reserva da aposentadoria, mas era um valor baixo. Esse ano fixei o valor em 12% da minha renda. Cheguei a essa porcentagem através de um artigo do site Finanças Femininas, chamado “IMC do Bolso”, que indica o quanto você deve poupar por mês de acordo com a sua idade.

Investir 100% dos ganhos extras: geralmente, quando recebo algum dinheiro além do salário (vendas, reembolsos, etc) eu costumo gastá-lo porque nunca é uma quantia alta, mas quero passar a investir esse dinheiro também.

Mapear maiores despesas e reduzir em pelo menos 10%: essa meta foi inspirada por um artigo do site The Financial Diet sobre a “regra dos 10%”, que consiste em analisar cada categoria do seu orçamento e pensar como você pode reduzi-las em apenas 10%. Pretendo fazer isso com minhas maiores despesas: alimentação, gastos com a casa e transporte.

Passar 6 meses sem compras: faz tempo que estou querendo fazer um outro ano sem compras, mas nos últimos tempos eu sempre preciso de uma ou outra coisa, e fico adiando. Em 2016 eu fiz o desafio do Jejum de Compras mas, apesar de ter reduzido meus gastos com supérfluos, eu não os eliminei completamente. Vou aproveitar que meu orçamento estará bastante apertado esse ano para passar seis meses comprando apenas o essencial e nada mais. Provavelmente começo em julho!

 

Balanço das finanças de 2017

O ano passado também foi um ano tranquilo em relação às finanças – parece que é a única área da minha vida sobre a qual eu ainda tenho algum controle, risos. As despesas aumentaram, mas as receitas também, porque finalmente fui contratada como CLT! 2017 teve seus altos e baixos, em resumo:

Pontos positivos:

  • Comecei a poupar uma quantia mensal para a aposentadoria;
  • Incrementei minha reserva para emergências;
  • Mantive as compras de supérfluos sob controle, graças à minha lista de compras permitidas por mês.

Pontos negativos:

  • Novamente, não segui à risca os valores definidos para cada categoria do meu orçamento mensal;
  • Estudei menos do que gostaria sobre finanças;
  • Gastei bastante (de novo) com restaurantes/delivery e Uber/Cabify/etc. Os dois gastos aumentaram porque estou saindo mais, mas também por preguiça de cozinhar ou ir a pé ou de ônibus para os lugares.

Conclusão:

Como repeti alguns erros dos anos anteriores, principalmente no que diz respeito á definição do orçamento, acho que chegou a hora de adotar uma nova abordagem. 2018 será um ano de muitos, muitos gastos – todas as minhas despesas fixas estão aumentando, e a pós-graduação também vai pesar bastante, por isso preciso ser ainda mais responsável com meu dinheiro. O post da semana que vem será sobre as minhas metas financeiras para este ano.

Aplicativos que me ajudam a controlar as finanças/economizar

No ano passado, escrevi um post listando alguns aplicativos que me ajudavam a cumprir tarefas e a manter minha vida organizada. Hoje vou falar sobre mais quatro apps que uso para manter minhas finanças em ordem e economizar dinheiro:

Minhas Economias

Quando falo sobre controle de gastos, eu sempre menciono o Minhas Economias porque é o gerenciador financeiro que uso, tanto a versão online quanto o aplicativo. As duas versões são boas, mas o app é bastante útil para cadastrar despesas e consultar o saldo das minhas contas rapidamente em qualquer lugar.

  Minhas Economias: captura de tela

 

Apps de bancos

Hoje em dia possuo contas em dois bancos diferentes, uma corrente e uma poupança. Gosto de usar os aplicativos de cada banco para consultar saldo, fazer pagamentos rápidos também sincronizar despesas com o Minhas Economias.

Splitwise e Tricount

Os dois aplicativos servem para organizar a divisão de gastos entre duas ou mais pessoas. Eles possuem funcionalidades diferentes, mas são bastante úteis para organizar desde a conta do happy hour até as despesas mensais de casa, fazendo divisões justas para que ninguém fique no prejuízo.

  Splitwise: captura de tela

Chama

Acho esse app maravilhoso, apesar de não ter utilizado ainda. O preço do gás de cozinha está cada vez mais abusivo, e as variações entre as distribuidoras são grandes. O Chama mostra o preço do botijão em cada distribuidora da região (de acordo com o endereço digitado) e permite que você faça o pedido pelo app. Ainda não precisei comprar gás desde que baixei o aplicativo, mas já vi que no meu bairro o preço varia até R$ 12!

  Chama - Seu app de pedir gás: captura de tela

 

Se alguém tiver mais dicas de aplicativos interessantes, por favor comente!

 

Todas as imagens do post foram retiradas do Google Play. Os links para as páginas dos aplicativos estão nos títulos.

5 perguntas sobre: Dinheiro

Esse post é o resultado de um desafio do Habitica (para quem não sabe o que é, já falei sobre ele aqui). A guilda sobre responsabilidade financeira da qual eu participo lançou o desafio, que consiste em responder essas 5 perguntas em qualquer lugar. Resolvi então trazer trazê-las para o blog! Aqui estão minhas respostas:

1 – Se você ganhasse R$ 25.000 na loteria, o que faria com o dinheiro?
Eu investiria o dinheiro, já que não seria uma quantia alta o suficiente para “largar tudo” e viver de renda. Por mais tentador que fosse, preferiria não gastar com viagens ou compras, porque sei que precisaria dessa quantia no futuro.

2 – Qual é o seu maior medo em relação à aposentadoria?
Meu maior medo é não ter dinheiro o suficiente para me sustentar quando for mais velha, e por isso não poder me aposentar. Também tenho medo de ser demitida e não conseguir trabalho lá pelos 60 anos, e ficar dependente de ajuda dos outros ou do dinheiro de “bicos”. Com a reforma da previdência chegando aí, imagino que essa será a infeliz realidade para a maioria dos brasileiros idosos.

3 – Quando você faz uma entrevista de emprego, além do salário, a coisa mais importante que você quer saber é…
Quais são os benefícios e se o horário de trabalho é flexível. A questão do horário para mim é muito importante, já que preciso resolver várias coisas sozinha (compras, problemas da casa, contas, consultas…) e não ter um horário rígido de trabalho facilita muito.

4 – Quando você está comprando roupas novas, qual é a sua prioridade?
Conforto, beleza e qualidade para mim são igualmente importantes. Preço também, mas eu prefiro pagar um pouco mais caro por peças que sei que vão durar bastante.

5 – Qual frase descreve melhor seus sentimentos em relação ao dinheiro?

Dinheiro não traz felicidade… Manda buscar.

Posso parecer gananciosa falando isso, mas eu acho que só quem vive confortavelmente pode se dar o luxo falar que dinheiro não traz felicidade. Você precisa de dinheiro para fazer absolutamente tudo, desde ter casa e comida e educar os filhos a viajar, sair e se divertir. Talvez você não precise de muito dinheiro para fazer essas coisas, mas precisa de um mínimo, de qualquer jeito.


O que acharam? Estou pensando em fazer uma série de posts do tipo “5 perguntas sobre…” com temas diferentes, acho que vai ser interessante. Opinem nos comentários por favor! E me contem suas respostas também, eu adoro saber a visão dos leitores. 🙂

Organizando as compras de itens não-essenciais

Tenho tentado maneirar nas compras de supérfluos desde que terminei o “jejum” do ano passado – e apesar de estar seguindo a minha lista de desejos (às vezes tirando uns itens e acrescentando outros), resolvi exercer um controle maior sobre essas compras, definindo um valor máximo que posso gastar por mês.

Reavaliei meu orçamento para esse ano e, depois de calcular o valor médio das minhas despesas mensais (fixas e variáveis) e separar o dinheiro para investir, defini uma parte da quantia que sobrou para gastos não essenciais – roupas, livros, jogos, móveis, sapatos, etc e tal.  Depois, defini um valor aproximado para todas as coisas que quero comprar ou fazer este ano, e a partir daí vou escolher com o que gastar todo mês, atentando para que as despesas não ultrapassem o teto estabelecido.

Por exemplo: digamos que eu tenha estabelecido um valor máximo de 400 reais para compras todo mês. Na minha lista temos:

  • 1 par de botas: 200
  • 1 escrivaninha: 350
  • 1 cadeira: 150
  • 1 camisa de manga longa: 80

Então, no mês de abril, eu escolho comprar a camisa, a cadeira e as botas, dando um total de 430 reais. E como incentivo para não gastar muito, já que eu ultrapassei 30 reais do limite, em maio eu poderei gastar apenas 370. Se eu não tivesse ultrapassado o limite, entretanto, a quantia que sobrou não poderia ser gasta no mês seguinte – tem que ter um desafio, afinal! 😀

Por quê eu estou fazendo isso? Apesar de ter reduzido bastante meus hábitos de consumo (já cansei de falar isso aqui), ainda fico meio afobada para comprar as coisas que estão na lista/que realmente quero. A escrivaninha, por exemplo, está no meu radar há tempos, mas ainda não tive chance  porque sempre passava outro item da wishlist na frente. Acredito que agora vou poder organizar melhor as minhas necessidades-não-tão-necessárias.

Finanças: balanço de 2016 e objetivos para 2017

No quesito finanças, 2016 foi um ano relativamente tranquilo para mim. Apesar dos aumentos de preços, consegui economizar para emergências e para gastos genéricos, sem me sacrificar.

Pontos positivos:

  • Consegui poupar aproximadamente 40% do meu salário todo mês
  • Aprendi um pouco sobre finanças e investimentos e parei de usar a poupança como investimento principal
  • Completei minha reserva para emergências, não com três meses de salário como era meu objetivo inicial, mas com seis.
  • Gastei muito menos com roupas, coisas para a casa e outros supérfluos

Pontos negativos:

  • Apesar de definir melhor os valores para o meu orçamento mensal, não segui tudo à risca
  • Gastei demais com comida, principalmente em restaurantes e deliverys

Este ano, pretendo continuar pelo mesmo caminho, reduzindo mais gastos e poupando mais para o futuro.  Meus objetivos para 2017 são:

  • Guardar dinheiro para a aposentadoria: já era complicado depender apenas do INSS antes, mas agora, com a reforma da Previdência, isso vai ser praticamente impossível. Agora que minha reserva para emergências já está “pronta”, quero começar a guardar dinheiro para a velhice, e preciso fazer isso o quanto antes.
  • Aprender mais sobre finanças e investimentos:  mesmo tendo aprendido bastante no ano que passou, ainda sou muito leiga no assunto. E já que preciso me preparar para o futuro (como disse no tópico anterior), preciso estudar mais sobre isso.
  • Reduzir despesas, até mesmo as essenciais (se possível):  já não gasto tanto com supérfluos quanto antes, e acredito que agora seja possível reduzir as despesas essenciais, como compras no supermercado e conta de luz, por exemplo.

Defini menos metas que no ano passado, justamente porque elas não são tão fáceis de atingir, e precisam de dedicação. Ainda assim, espero ter sucesso!

Jejum de compras: Dezembro e Considerações Finais

Chegamos ao final desse desafio de 1 ano de jejum de compras. O último mês foi assim:

O que eu quis comprar, mas não comprei:

  • Nada

O que eu comprei:

  • 1 necessaire pequena
  • 1 ingresso para um show no ano que vem
  • 4 jogos no Steam
  • 1 vidro de hidratante
  • 3 embalagens de cera para depilação

Do que eu me desfiz:

  • 1 sanduicheira de plástico

E afinal, o que eu aprendi com esse desafio?

Reli todos os posts do desafio, analisei minhas compras e destralhes, e percebi que:

  • A maior parte das minhas compras foi de coisas para casa, tanto de utilidades domésticas quanto decoração.
  • A maior parte dos meus destralhes foi de roupas, sapatos e acessórios.
  • Comprei poucos produtos de beleza, e apenas para substituir os meus que acabaram.
  • Nem tudo o que eu comprei era absolutamente necessário, mas tudo está sendo utilizado.
  • Só fiz uma compra por impulso da qual me arrependi – um marcador para biscoitos – e nem usei ainda. Felizmente foi super barato.
  • Segui quase todas as regras do desafio, menos as referentes ao cartão de crédito. Continuei usando o cartão normalmente, sem fazer dívidas absurdas, e comprei parcelado apenas uma vez.

À primeira vista, pode parecer que foi um jejum “fajuto”, já que fiz várias compras ao longo do ano, mas a diferença para mim foi grande. Com esse desafio, passei a ter muito mais consciência do meu volume mensal de compras. Às vezes eu pensava em adquirir algo, via a lista de coisas que comprei no mês e pensava “Nossa, já comprei demais! Melhor deixar para a próxima”. Muitas vezes acabei até desistindo.

A wishlist também me ajudou a focar nas prioridades. Quando eu me pegava cobiçando coisas lindas em lojas online, pensava se eu realmente precisava daquilo, e a resposta costumava ser não. Só isso já fez o desafio valer muito a pena para mim. Vou continuar fazendo uma lista de desejos anual, mas agora vou me permitir editá-la quando for necessário. Cada item deverá ficar na lista por pelo menos um mês antes de ser comprado, assim eu evito adquirir qualquer coisa por impulso.

Por fim, esse desafio serviu como uma preparação para o meu próximo ano sem compras, que espero fazer já em 2018.

Jejum de compras: Novembro

O que eu quis comprar, mas não comprei:

  • 1 infusor

O que eu comprei:

  • 1 calça jeans preta
  • 1 par de Havaianas
  • 1 caneco esmaltado
  • Presente de aniversário para o namorado
  • Materiais para DIY:
    • 3 vidros de corante para tecido
    • 1 rolo de cordão de São Francisco

Do que eu me desfiz:

  • 1 conjunto de calcinha e sutiã

Notas: Estive de férias no final do mês, viajei para Salvador com o meu namorado (daí a falta de post na semana passada). Dessa vez, não comprei nenhuma lembrancinha – meus gastos foram apenas com comida e transporte. De novo, comprei vários cupons de restaurantes no Peixe Urbano e acabei economizando bastante com alimentação. O único problema foi que perdi meus chinelos na praia no último dia (caíram da mochila e eu não percebi) e precisei comprar outro par na volta. Quanto aos demais gastos,  a calça jeans estava na lista e os outros eram pequenas necessidades. E o próximo mês é o último desse desafio!

Aos que ficam curiosos sobre mim, aqui está uma foto minha curtindo a praia da Penha em Salvador  :D

Aos que ficam curiosos sobre mim, aqui está uma foto minha curtindo a praia da Penha em Salvador 😀

TAG – Falando de Dinheiro

Peguei essa TAG do blog Lar Possível, que descobri recentemente e gostei bastante. No blog a Elisa gravou um vídeo com as respostas, mas aqui vai ser texto mesmo!

Vamos às perguntas:

1. Qual foi a primeira vez que você ganhou dinheiro trabalhando?
A primeira vez que ganhei dinheiro trabalhando foi quando iniciei meu primeiro estágio, em 2010. Trabalhava como monitora no laboratório de informática em um colégio, e minha bolsa-estágio era R$ 400, que mal era suficiente pagar a república e comprar comida.

2. Qual a coisa mais curiosa que você já fez pra ganhar dinheiro?
Nunca fiz nada além do usual para ganhar dinheiro. Fora os estágios, trabalhei como monitora na faculdade, fiz divulgação do vestibular da PUC num shopping, e vendi roupas/sapatos/acessórios usados na internet e em bazares.

3. Qual o maior sonho de consumo que você já realizou desde que começou a trabalhar?
Morar sozinha. Depois que passei de estagiária a contratada, juntei o máximo de dinheiro possível para comprar os móveis e eletrodomésticos principais para o apartamento e consegui alugar uma quitinete no fim de 2014.

4. Que compra te deu a maior sensação de dinheiro jogado no lixo?
As compras que mais me deram essa sensação foram as roupas que usei pouco ou que não combinavam comigo mas ainda assim eu insisti em comprar. Quando doei/vendi super barato várias roupas que ficaram anos encalhadas no meu armário bateu essa sensação de desperdício.

5. Você consegue poupar dinheiro? Se sim, dá uma dica.
Consigo sim! A dica que dou é estabelecer uma meta de poupança e separar esse dinheiro assim que receber o salário. O valor da poupança já tem que estar definido no orçamento do mês, é necessário tratá-lo como uma “despesa” essencial, assim como o aluguel ou a conta de luz. Desse jeito é mais fácil separá-lo.

6. Qual é seu maior ralo de dinheiro?
Atualmente minhas maiores despesas são com o apartamento e com alimentação. Ambos são indispensáveis, mas poderiam ser reduzidos. Não abro mão de certas coisas – eu não dividiria um apartamento só para cortar gastos (a não ser em caso de absoluta necessidade), mas tento manter as contas fixas em um mínimo; também gosto de cozinhar e comer bem, mas estou tentando comprar alimentos de forma mais inteligente e gastar menos com restaurantes, fast-food e delivery. Essa é minha maior dificuldade no quesito redução de gastos. 😦

7. Qual a sua maior preocupação financeira?
Passar por dificuldades e não ter dinheiro para me sustentar. Morro de medo de ficar desempregada por um tempo longo e precisar sair do meu apartamento, por exemplo. Para mim, morar sozinha e me sustentar foi a maior conquista da minha vida até então, e perder isso seria voltar à estaca zero.

8. O que você faria se ganhasse uma fortuna?
Pararia de trabalhar, investiria uma parte do dinheiro para garantir meu sustento e usaria o resto para viajar pelo mundo. Os planos já estão definidos, só falta o bilhete premiado da Mega Sena! 😀

9. O que você faria se tudo desse errado e você precisasse dar um jeito de se sustentar?
Tentaria arranjar qualquer emprego, mesmo que não fosse na minha área de atuação. Também poderia fazer doces para vender, já que cozinho bem.

10. Qual o negócio dos seus sonhos?
Ser herdeira, hahaha. Falando francamente, eu não tenho um negócio “dos sonhos”, porque ser dona de um negócio implicaria em continuar trabalhando e meu sonho mesmo é não precisar trabalhar para viver.

11. O que te faz juntar dinheiro com prazer?
Saber que vou ter dinheiro guardado! Seja para uma viagem, para alguma compra importante ou para o fundo de emergências, saber que terei o dinheiro quando precisar, sem fazer dívidas, é muito gratificante.