3 dicas de limpeza que fizeram a diferença na minha vida

Como única responsável pela limpeza do meu apartamento, eu vivo procurando dicas (ou lifehacks, como gostam de dizer hoje em dia) para facilitar o meu trabalho. Aqui estão três dicas que eu testei e aprovei:

1 – Tirar manchas das paredes com pasta de dente: sinceramente, essa é a melhor dica  de limpeza que eu já recebi na vida! 😀  Basta colocar um pouco de pasta de dente sobre a mancha, esperar alguns segundos e remover com um pano úmido. Usei essa técnica para limpar marcas de lápis quando eu pintei as paredes da sala e do quarto, quando pendurei alguns quadros, e para tirar manchas ocasionais. É super rápido e funciona de verdade.

2 – Cobrir o topo dos armários com filme plástico: faça isso e, quando chegar a época da faxina, simplesmente substitua o pedaço de filme plástico por outro, ao invés de passar horas esfregando uma gosma de poeira e gordura.

3 – Usar vinagre para limpeza geral: fiz a receita de vinagre aromatizado do Um Ano Sem Lixo e estou usando diluído em água para limpar o chão. Tem o mesmo efeito que esses limpadores multiuso, com a vantagem de ser mais barato. O próximo passo é testar o vinagre para limpar superfícies (móveis/fogão/etc).

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Meu vinagre aromatizado com cascas de limão.

Vocês tem alguma dica boa de limpeza? Compartilhem comigo nos comentários!

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3 dicas para ter um smartphone menos poluído

Minha eterna busca por uma vida mais simples também passa pelo smartphone: procuro deixá-lo o menos “poluído” possível, faço destralhes constantes, desligo a maioria das notificações, tento não ocupar toda a memória disponível… Aqui estão três dicas que me ajudaram bastante nesse processo:

1 – Ocultar aplicativos que não são usados:

A maioria dos smartphones vem com aplicativos nativos inúteis, mas que não podem ser desinstalados. Felizmente, é possível ocultá-los e impedir que eles poluam o menu do telefone. Tutorial aqui (para Android).

2 – Desativar o download automático de mídia:

Não basta as pessoas te adicionarem em grupos do Whatsapp, elas também precisam mandar várias imagens e vídeos inúteis (ás vezes até pornográficos) para encher sua galeria de imagens e comprometer a memória do telefone. Foi uma bênção descobrir que é possível desativar o download automático de mídia, e hoje em dia o aplicativo só me mostra uma foto se eu clicar nela para baixar,  e dependendo de quem mandou eu nem me dou esse trabalho. Tutoriais de como fazer isso no Whatsapp e no Instagram.

3 – Bloquear notificações de aplicativos:

Grande parte dos aplicativos oferece a opção de desativar notificações, mas não todos. Um exemplo: eu passei um perrengue por semanas com o app do Itaú me enviando notificações de “Faz tempo que você não acessa o app, sentimos sua falta!” até descobrir que uma configuração do celular me permite bloquear todas as notificações de um aplicativo. Para telefones Android, basta ir em Configurações > Sons e Notificações > Notificações de aplicativo e escolher o aplicativo que você deseja silenciar.


Quem tiver mais dicas de como simplificar o celular, por favor compartilhe nos comentários!

Compras (frustradas) para a pessoa que eu queria ser

Quem nunca comprou alguma coisa pensando não no valor que ela traria para a sua vida no momento da compra, mas no futuro, e acabou esquecendo essa compra em um armário qualquer? Eu sempre.

Um post no The Financial Diet sobre aspirational spending –  o hábito de comprar coisas que se adequam a uma versão idealizada de você mesma, e não à real  – me fez refletir sobre todas as compras que fiz (e ainda faço às vezes) que, em teoria, me transformariam em uma pessoa melhor. Mudar de estilo, ser mais saudável, adotar um novo hobby… Cada compra trazia a esperança de alcançar a pessoa que eu desejava ser mas, como previsto, nunca se concretizava:

  • Roupas/sapatos/acessórios que não tinham nada a ver comigo: hoje em dia não faço mais isso, mas antes de entender meu estilo e criar um guarda-roupa minimalista eu vivia comprando roupas que achava lindas mas não usava por um motivo ou por outro. Quando era adolescente também acontecia muito de comprar algo “mais feminino” só por pressão da minha mãe, como sapatos de salto alto. Tudo acabava encalhado no armário.
  • Planos de academia que não aproveitei como deveria: preciso fazer musculação. Odeio musculação. Não vou na academia. Jogo dinheiro fora.
  • Materiais para projetos que nunca foram executados: eu tenho muitas ideias para projetos de decoração, mas ás vezes eu me empolgo, compro os materiais e percebo que não vai ficar bom, ou acabo deixando para depois e nunca faço.
  • Cadernos maravilhosos que ficaram intactos na minha escrivaninha:Vou fazer um diário de viagens para registrar as lembranças dos lugares que eu visitar, vai ser ótimo”. Eu só não contei com a preguiça de escrever.
  • E-books que nunca foram lidos: quando comprei meu Kindle eu realmente pensei que ele iria facilitar a minha vida – e facilita, quando eu me digno a pegá-lo para ler alguma coisa, o que não tem acontecido com muita frequência.
  • Jogos que estão esperando no computador: chega a época de Steam Sales e eu compro pelo menos 4 jogos em promoção, me parabenizo por ter gastado menos que R$ 20, jogo um deles, esqueço os outros, e repito o processo no semestre seguinte.
  • Produtos de beleza que ficaram encalhados no banheiro: durante meu tratamento contra a acne, minha pele ficou muito seca então comprei um hidratante corporal. Minha pele continuou seca porque eu nunca lembro de passar o hidratante, e quando lembro fico com preguiça e acabo não usando.

Confesso que fazer essa lista me deixou um pouco revoltada, tanto com a minha ingenuidade de achar que adotaria certos hábitos quanto com o dinheiro desperdiçado nessas compras. Além disso, percebi que eu não estou organizando muito bem o meu tempo, porque eu gostaria de ler mais e de zerar meus jogos, mas nunca dá, já que eu estou sempre ocupada com outras coisas. Por fim, a lição que fica é que eu preciso refletir bastante antes de comprar coisas: elas precisam ser úteis para mim, não para a Bárbara que existe na minha cabeça – por melhor que ela seja.

5 habilidades que ajudam a economizar dinheiro (e tempo)

A princípio, o título desse post seria “5 habilidades essenciais para quem mora sozinho”, mas eu percebi que tudo na lista é importante para qualquer pessoa que precise “se virar” algum dia na vida, morando sozinha ou não! Vamos a elas:

Cozinhar: essa é primordial. Não precisa ser um chef, mas é importante saber o básico: um arroz, um macarrão, uma carne… Cozinhar em casa quase sempre é mais barato que comer fora, e costuma ser mais saudável também, já que a maioria dos deliverys é de fast-food. Sem contar que, ao saber cozinhar, você fica menos dependente de outras pessoas – não foram poucos os casos que ouvi de homens que ficam com fome em casa esperando a esposa chegar pra fazer a comida! Por favor, né?  😀

Fazer serviços domésticos básicos: varrer e passar pano no chão, lavar a louça, lavar roupa e etc até hoje são serviços bem simples que mantém uma casa limpa. Infelizmente, assim como cozinhar, esse trabalho é visto como obrigação feminina, mas como já disse nesse post, todos que compartilham uma casa devem se responsabilizar igualmente pelas tarefas. E quando a pessoa mora sozinha, é bom que ela saiba fazer o básico, assim não precisa gastar com faxineira. E mesmo que você contrate uma diarista de vez em quando, que coisa feia deixar a casa imunda só porque alguém vai limpar depois, não?

Fazer pequenos reparos em casa: trocar lâmpada e resistência de chuveiro, consertar torneira pingando, furar parede… Esses serviços são considerados masculinos, mas podem (e devem) ser feitos por qualquer pessoa. Desde cedo, na minha casa não tinha nenhum homem para fazer essas tarefas (meu pai morreu quando eu era bem nova), minha mãe fazia quase tudo e eu aprendi com ela. Morando sozinha, vi que chamar um profissional para fazer reparos sai caro, então eu faço tudo o que consigo. Tem muitos tutoriais na internet, a maioria das coisas não é tão difícil quanto parece.

Costurar: remendar buracos e pregar botões são o básico do básico (e são tudo o que eu sei!). Outra atividade considerada feminina, mas que deveria ser ensinada a todos. Afinal, se um botão cai da sua camisa, o que você, homem que mora sozinho, vai fazer? Levar na costureira? Pedir para a sua mãe colocar de volta? Jogar a camisa fora? Economize tempo e dinheiro (e a paciência da sua mãe) e pregue seus próprios botões!  😀

Fazer orçamento: o primeiro passo para controlar as finanças é fazer um orçamento. Para quem mora sozinho ou quer morar em breve, ter uma noção dos gastos é muito importante, pois manter uma casa é um gasto e tanto. Quem não tem experiência pode começar apenas anotando os gastos diários em um caderno, só para ter uma ideia de onde seu dinheiro está indo. Depois, pode passar tudo para uma planilha do Excel ou usar um desses inúmeros aplicativos de controle de finanças.

Vocês leitores acrescentariam alguma coisa à lista? Me contem nos comentários.

TAG – 31 Perguntas para quebrar um silêncio constrangedor

A Mari postou essa TAG de perguntas, eu adorei e resolvi copiar. Não tem nada a ver com minimalismo, mas achei que seria divertido. O post original é do Buzzfeed. Vamos às minhas respostas:

1. Você gosta de coentro ou acha que tem gosto de sabonete?
Não vejo nada de errado com coentro.

2. O que você acha de áudios do WhatsApp?
Nada contra se usados com moderação.

3. Você também comia o chocolate da Turma da Mônica pelas bordinhas?
Talvez… Não lembro muito bem de como eu costumava comer esse chocolate, especificamente.

4. Qual é a melhor consoante do alfabeto?
Obviamente é o B de Bárbara. 😀

5. Qual é a primeira rede social que você vê de manhã?
Twitter.

6. Você acha que existe alguma bala melhor que 7 Belo?
Não gosto muito de bala… Eu adoro uma: aquela quadradinha branca da Garoto. ❤

7. Que cor você acha menos confiável?
Não tenho nada contra cores, também.

8. Qual foi o último filme que você viu e odiou?
Fragmentado. Que filme HORRÍVEL. Está em segundo lugar na minha lista de “filmes que mais odeio” (o primeiro é IA).

9. Qual animal parece mais simpático, um pato ou um golfinho?
Golfinho.

10. Toddy ou Nescau?
Acho que tanto faz… Não sou muito fã de achocolatado.

11. Você acha que bebês conversam uns com os outros?
Não.

12. Sabia que todo mundo é feito de poeira de estrelas?
Sim.

13. Ouro Branco ou Sonho de Valsa?
Gosto dos dois.

14. Qual era seu desenho favorito na infância?
Sakura Card Captor! Assisti de novo depois de mais velha e chorei igual. 😀

15. Que série você jamais reveria?
Dexter. Eles estragaram a história nas últimas temporadas e o final foi um desastre completo.

16. Qual personagem do Harry Potter você menos gosta?
O Snape. Não vejo porquê o idolatram.

17. Qual é sua opinião sobre barrinhas de cereal?
Gosto, mas acho que existem lanches melhores.

18. Com quem você dividiria um Bis?
Com ninguém.

19. O que você faria se achasse R$ 50 na rua?
Pegaria para mim e iria embora super feliz com a minha sorte. (Aliás, nunca achei 50 reais, mas já achei 5 no meio das batatas no supermercado!!!)

20. Quanto tempo uma comida precisa estar na geladeira para você considerar ela velha?
Até ela ficar “incomível”/estragada/cheirando mal. Deus é testemunha das minhas caixas de leite que ficam abertas por meses. 😀

21. Qual é seu número preferido?
7, não sei por quê.

22. Qual é o aplicativo mais inútil do seu celular?
Os únicos apps realmente inúteis são esses que vêm por padrão no celular e são impossíveis de desinstalar. Sempre oculto todos.

23. Quem você tiraria do elenco de “Friends” se fosse obrigado?
Nunca assisti Friends (vi um ou outro episódio de passagem), então não tenho como opinar.

24. Você é contra ou a favor de comer macarrão com arroz?
Sou contra! Macarrão e arroz são duas “bases” diferentes, juntar as duas no mesmo prato é horrível.

25. Qual foi a última vez que você precisou usar a Fórmula de Bhaskara?
Acho que no Ensino Médio ou no Enem.

26. Você acha que dá para morrer de overdose de rúcula?
Provavelmente. Dá para morrer até de overdose de água (foi um estudante de medicina que me contou isso, ele viu acontecer)…

27. Quanto tempo você levou para entender como funciona o Snapchat?
Nunca usei, nem pretendo.

28. Qual é sua opção favorita no restaurante por quilo?
Gosto de colocar coisas que já estou acostumada a comer (arroz, feijão, batata frita) e escolher carnes ou acompanhamentos que não como sempre.

29. Você gosta de “Sorry” do Justin Bieber?
Acho o Justin Bieber um otário e não escuto nada dele.

30. Você prefere passar muito frio ou muito calor?
Prefiro passar frio porque posso me agasalhar e ficar bem. Do calor não dá pra fugir.

31. Você está dormindo e sobe uma barata na sua cara. Você prefere continuar dormindo e nunca saber ou acordar e fazer alguma coisa?
Prefiro nunca saber. O que os olhos não vêem o coração não sente, não é verdade? 😛

O que eu não aprecio no minimalismo

Há anos me dedico a falar neste blog sobre como é bom adotar um estilo de vida minimalista, mas hoje resolvi ser hater e escrever sobre algumas tendências das quais não gosto nesse meio. Aqui vão elas:

Tudo preto, branco e cinza
Apesar de adorar essas cores (branco só para decoração, roupas jamais), existe uma falsa noção de que para se ter uma casa ou um estilo minimalista, você não pode sair desse espectro. É só procurar “minimalismo” no Pinterest para ser bombardeada por fotos de casas e roupas monocromáticas, e isso me cansa às vezes.

Destralhe, destralhe e mais destralhe
Entendo que é importante se livrar das coisas desnecessárias para ter uma casa mais organizada, e que isso é um processo contínuo, mas eu gostaria de ver mais conteúdo além disso nos blogs/sites e no Pinterest. A maioria esmagadora dos posts sobre minimalismo tem a ver com destralhe, e depois de ter adotado esse hábito, eu fico pensando “Ok, e agora? O que mais eu posso fazer?”, mas acho pouca coisa que me inspire.

Listas de itens essenciais para o guarda-roupa
Como disse nesse post, não gosto de listas de roupas essenciais porque elas são muito impessoais. Cada um tem seu estilo, e o que é essencial para mim pode não ser para outras pessoas.

Poucos móveis num espaço imenso
É verdade que o movimento minimalista se originou nas artes, no design e na arquitetura, sendo relacionado mais à estética que ao uso de espaço ou quantidade de objetos, mas eu não consigo deixar de achar estranho quando vejo fotos de casas gigantescas, porém com poucos móveis, sendo chamadas de minimalistas. Não seria melhor ocupar menos espaço?

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Insira uma legenda

Começar a ser minimalista comprando “coisas minimalistas”
Às vezes eu leio relatos de pessoas dizendo que remodelaram todo o guarda-roupa ou a casa para se adequar ao modo de vida minimalista, e eu não consigo deixar de ver a ironia da situação: consumir mais, gastar dinheiro e gerar mais lixo não deveria ser considerado minimalista, por mais que sua casa e suas roupas agora sejam todas pretas, brancas e cinza! 😀

Falta de reflexão sobre privilégios
Pouco se fala sobre isso, mas a verdade é que poder adotar uma vida simples, reduzir posses e gastos supérfluos é um privilégio para pessoas de classe média/classe alta. Quantas pessoas no Brasil podem, como eu, separar um valor X por mês para gastar com não-essenciais? Às vezes as pessoas se perdem no discurso de “é possível ter uma vida minimalista, é só querer”, sendo que a maioria não vive com menos por opção, e sim por necessidade. Não quero me colocar como melhor que ninguém – até porque meu discurso nesse blog também é bastante classe média), só quero apontar que é necessário fazer essa reflexão de vez em quando.

E vocês, leitores, tem alguma coisa que não gostam no minimalismo? Me contem nos comentários!

Organizando as compras de itens não-essenciais

Tenho tentado maneirar nas compras de supérfluos desde que terminei o “jejum” do ano passado – e apesar de estar seguindo a minha lista de desejos (às vezes tirando uns itens e acrescentando outros), resolvi exercer um controle maior sobre essas compras, definindo um valor máximo que posso gastar por mês.

Reavaliei meu orçamento para esse ano e, depois de calcular o valor médio das minhas despesas mensais (fixas e variáveis) e separar o dinheiro para investir, defini uma parte da quantia que sobrou para gastos não essenciais – roupas, livros, jogos, móveis, sapatos, etc e tal.  Depois, defini um valor aproximado para todas as coisas que quero comprar ou fazer este ano, e a partir daí vou escolher com o que gastar todo mês, atentando para que as despesas não ultrapassem o teto estabelecido.

Por exemplo: digamos que eu tenha estabelecido um valor máximo de 400 reais para compras todo mês. Na minha lista temos:

  • 1 par de botas: 200
  • 1 escrivaninha: 350
  • 1 cadeira: 150
  • 1 camisa de manga longa: 80

Então, no mês de abril, eu escolho comprar a camisa, a cadeira e as botas, dando um total de 430 reais. E como incentivo para não gastar muito, já que eu ultrapassei 30 reais do limite, em maio eu poderei gastar apenas 370. Se eu não tivesse ultrapassado o limite, entretanto, a quantia que sobrou não poderia ser gasta no mês seguinte – tem que ter um desafio, afinal! 😀

Por quê eu estou fazendo isso? Apesar de ter reduzido bastante meus hábitos de consumo (já cansei de falar isso aqui), ainda fico meio afobada para comprar as coisas que estão na lista/que realmente quero. A escrivaninha, por exemplo, está no meu radar há tempos, mas ainda não tive chance  porque sempre passava outro item da wishlist na frente. Acredito que agora vou poder organizar melhor as minhas necessidades-não-tão-necessárias.

Destralhe digital, parte III: web

Enfim, chegamos á última parte do meu destralhe digital. A parte I foi sobre o smartphone,  a parte II sobre o computador, e a terceira é sobre minha vida na web – redes sociais, favoritos, arquivos na nuvem, etc. As tarefas que realizei foram:

  1. Organizar/deletar favoritos: deletei pastas, reorganizei vários favoritos e transferi muitos para o Evernote e o Pinterest, principalmente os de receitas, para facilitar a busca e visualização.
  2. Organizar anotações no Evernote: deletei notas e cadernos que não precisava mais.
  3. Fazer uma limpeza de páginas/pessoas que sigo nas redes sociais
  4. Limpar o navegador: limpei o histórico, os cookies e o cache, desativei extensões inúteis e excluí dados de preenchimento automático e senhas salvas.
  5. Cancelar recebimento de emails: eu uso o unroll.me para verificar em quais listas de email eu estou cadastrada e excluir as que não quero mais receber.
  6. Excluir perfil no Tumlbr: fazia tempo que não postava nada, só entrava de vez em quando e achava o conteúdo muito repetitivo. Resolvi deletar meu perfil.
  7. Desativar o Facebook: ando meio cansada do Facebook, e para não consumir meu tempo checkando a timeline, desativei meu perfil por tempo indeterminado.
  8. Organizar pins e pastas no Pinterest: criei algumas pastas novas para organizar melhor o meu perfil e recataloguei vários pins.

Demorei muito para escrever esse último post justamente porque enrolei para fazer esse destralhe da web. 😀  Achei que daria muito trabalho mas, no fim das contas, foi tranquilo, principalmente porque não realizei todas as tarefas no mesmo dia. Agora só preciso manter tudo organizadinho até chegar a hora da próxima faxina digital.

Finanças: balanço de 2016 e objetivos para 2017

No quesito finanças, 2016 foi um ano relativamente tranquilo para mim. Apesar dos aumentos de preços, consegui economizar para emergências e para gastos genéricos, sem me sacrificar.

Pontos positivos:

  • Consegui poupar aproximadamente 40% do meu salário todo mês
  • Aprendi um pouco sobre finanças e investimentos e parei de usar a poupança como investimento principal
  • Completei minha reserva para emergências, não com três meses de salário como era meu objetivo inicial, mas com seis.
  • Gastei muito menos com roupas, coisas para a casa e outros supérfluos

Pontos negativos:

  • Apesar de definir melhor os valores para o meu orçamento mensal, não segui tudo à risca
  • Gastei demais com comida, principalmente em restaurantes e deliverys

Este ano, pretendo continuar pelo mesmo caminho, reduzindo mais gastos e poupando mais para o futuro.  Meus objetivos para 2017 são:

  • Guardar dinheiro para a aposentadoria: já era complicado depender apenas do INSS antes, mas agora, com a reforma da Previdência, isso vai ser praticamente impossível. Agora que minha reserva para emergências já está “pronta”, quero começar a guardar dinheiro para a velhice, e preciso fazer isso o quanto antes.
  • Aprender mais sobre finanças e investimentos:  mesmo tendo aprendido bastante no ano que passou, ainda sou muito leiga no assunto. E já que preciso me preparar para o futuro (como disse no tópico anterior), preciso estudar mais sobre isso.
  • Reduzir despesas, até mesmo as essenciais (se possível):  já não gasto tanto com supérfluos quanto antes, e acredito que agora seja possível reduzir as despesas essenciais, como compras no supermercado e conta de luz, por exemplo.

Defini menos metas que no ano passado, justamente porque elas não são tão fáceis de atingir, e precisam de dedicação. Ainda assim, espero ter sucesso!

Destralhe digital, parte II: computador

Na parte I do destralhe digital, fiz uma “faxina” no meu smartphone. Agora foi a vez do notebook, e realizei as seguintes tarefas:

  1. Desinstalar programas desnecessários: desinstalei alguns jogos que já tinha zerado e alguns programas que não usava mais. Também desativei a inicialização automática de certos programas.
  2. Apagar arquivos desnecessários: downloads antigos, episódios de séries que já assisti, imagens que não preciso mais guardar, tudo isso foi para a lixeira.
  3. Transferir arquivos para o Dropbox: passei para o Dropbox os poucos arquivos importantes que estavam no computador.
  4. Fazer limpeza e desfragmentação de disco: gosto realizar esses processos porque eles melhoram o desempenho do computador.
  5. Organizar a Área de Trabalho  e apagar atalhos desnecessários: deixei na Área de Trabalho apenas os atalhos para alguns programas que uso com mais frequência e para os jogos que ainda não terminei.
  6. Organizar arquivos e pastas: não precisei fazer nada além de transferir um ou outro arquivo “perdido” para a pasta onde ele deveria estar – minhas pastas estavam muito bem organizadas!
  7. Deletar músicas que não ouço: deletei tudo das bandas/cantores que não gosto mais e organizei minhas músicas nas pastas certas, por artista.

Por incrível que pareça, essa limpeza do notebook quase não deu trabalho. Ele já estava bastante organizado e não tinha muitos arquivos acumulados, um reflexo de usar mais o computador do trabalho que o de casa. A próxima (e última) parte é o destralhe da minha “vida na web” – essa sim vai dar um trabalhão…