Reorganizando a minha cozinha (Parte I)

Como vocês já sabem, moro num apartamento bem pequeno, e a minha cozinha é uma das menores que já vi.  Essas fotos mostram bem a gravidade da situação:

Com tão pouco espaço disponível,  armazenar mantimentos e utensílios de culinária apenas na cozinha é impossível, por isso eu fiz a seguinte divisão: panelas e eletrodomésticos ficam no paneleiro, na sala, comidas e vasilhas de plástico ficam no armário da cozinha. Não sei se mencionei antes, mas a geladeira também fica na sala. 😀

Tudo estava indo mais ou menos bem até eu precisar trocar o armário da cozinha – acabei comprando um ligeiramente menor, e então todo o esquema de organização que eu mostrei no link anterior foi por água abaixo. Meu armário novo estava super bagunçado e muita coisa não cabia:

Depois de quebrar a cabeça tentando achar a melhor solução, resolvi optar pelo mais óbvio e instalar duas prateleiras na parede oposta ao armário. Não gosto muito de prateleiras porque meu apartamento acumula muita poeira, mas eu não tinha outra opção.

Instaladas as prateleiras, o passo seguinte foi definir o que eu colocaria nelas: queria deixar apenas os itens “menos feios” expostos. Isso levou a uma terceira reorganização dos meus temperos (já fiz assim e assim). Como passei a comprar a granel, eles não cabiam mais nos potinhos onde eu costumava guardá-los, então resolvi colocá-los em potes de vidro reaproveitados de geleias, molhos e afins.

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Escrevi o nome de cada tempero em seu respectivo pote, com caneta marcadora (a mesma que eu usei para decorar a parede do quarto!)

Também comprei duas caixas organizadoras empilháveis para guardar os temperos que sobraram:

No próximo post eu mostro como a cozinha ficou!

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Compras (frustradas) para a pessoa que eu queria ser

Quem nunca comprou alguma coisa pensando não no valor que ela traria para a sua vida no momento da compra, mas no futuro, e acabou esquecendo essa compra em um armário qualquer? Eu sempre.

Um post no The Financial Diet sobre aspirational spending –  o hábito de comprar coisas que se adequam a uma versão idealizada de você mesma, e não à real  – me fez refletir sobre todas as compras que fiz (e ainda faço às vezes) que, em teoria, me transformariam em uma pessoa melhor. Mudar de estilo, ser mais saudável, adotar um novo hobby… Cada compra trazia a esperança de alcançar a pessoa que eu desejava ser mas, como previsto, nunca se concretizava:

  • Roupas/sapatos/acessórios que não tinham nada a ver comigo: hoje em dia não faço mais isso, mas antes de entender meu estilo e criar um guarda-roupa minimalista eu vivia comprando roupas que achava lindas mas não usava por um motivo ou por outro. Quando era adolescente também acontecia muito de comprar algo “mais feminino” só por pressão da minha mãe, como sapatos de salto alto. Tudo acabava encalhado no armário.
  • Planos de academia que não aproveitei como deveria: preciso fazer musculação. Odeio musculação. Não vou na academia. Jogo dinheiro fora.
  • Materiais para projetos que nunca foram executados: eu tenho muitas ideias para projetos de decoração, mas ás vezes eu me empolgo, compro os materiais e percebo que não vai ficar bom, ou acabo deixando para depois e nunca faço.
  • Cadernos maravilhosos que ficaram intactos na minha escrivaninha:Vou fazer um diário de viagens para registrar as lembranças dos lugares que eu visitar, vai ser ótimo”. Eu só não contei com a preguiça de escrever.
  • E-books que nunca foram lidos: quando comprei meu Kindle eu realmente pensei que ele iria facilitar a minha vida – e facilita, quando eu me digno a pegá-lo para ler alguma coisa, o que não tem acontecido com muita frequência.
  • Jogos que estão esperando no computador: chega a época de Steam Sales e eu compro pelo menos 4 jogos em promoção, me parabenizo por ter gastado menos que R$ 20, jogo um deles, esqueço os outros, e repito o processo no semestre seguinte.
  • Produtos de beleza que ficaram encalhados no banheiro: durante meu tratamento contra a acne, minha pele ficou muito seca então comprei um hidratante corporal. Minha pele continuou seca porque eu nunca lembro de passar o hidratante, e quando lembro fico com preguiça e acabo não usando.

Confesso que fazer essa lista me deixou um pouco revoltada, tanto com a minha ingenuidade de achar que adotaria certos hábitos quanto com o dinheiro desperdiçado nessas compras. Além disso, percebi que eu não estou organizando muito bem o meu tempo, porque eu gostaria de ler mais e de zerar meus jogos, mas nunca dá, já que eu estou sempre ocupada com outras coisas. Por fim, a lição que fica é que eu preciso refletir bastante antes de comprar coisas: elas precisam ser úteis para mim, não para a Bárbara que existe na minha cabeça – por melhor que ela seja.

4 dicas para ter um guarda-roupa mais minimalista e sustentável

Ter um guarda-roupa minimalista não se resume apenas à quantidade de itens no armário – o modo como escolhemos, compramos e cuidamos de roupas, sapatos e acessórios é uma parte muito importante nesse processo. Hoje vou listar quatro práticas que adotei e não tem a ver com destralhe, definição de estilo ou criação de armário-cápsula, mas ajudam bastante a ter um armário mais minimalista:

1 – Consertar:

Antes de substituir uma roupa ou sapato que estragou, avalie se não é possível consertá-lo. Geralmente o custo-benefício é melhor e você não passa pelo estresse de procurar uma peça que te agrade, seja de qualidade e tenha um bom preço. Eu estava planejando comprar um novo par de botas para o inverno (até coloquei na minha lista), mas pensei melhor e decidir mandar reparar o meu par antigo, que estava perdendo as solas. Infelizmente o revestimento delas começou a descascar também, e isso não tem conserto, então precisei comprar um novo par. Contudo, o meu par antigo durou até agora, e isso me possibilitou achar um modelo muito parecido numa liquidação, o que já fez o conserto valer a pena.

2 – Customizar:

Às vezes o único problema com uma roupa é que ela já não nos agrada tanto. Nesses casos, antes de vender ou doar uma peça, avalie se não é possível customizá-la ou até mesmo transformá-la em outra (por exemplo: transformar uma calça jeans em shorts). Eu tinha uma blusa preta básica e nunca a usava por achá-la muito sem graça. Então procurei algumas ideias de customização no Pinterest, pedi para minha mãe me ajudar com a costura, e o resultado foi esse:

3 – Comprar usado:

Nunca tinha comprado em brechós, mas resolvi dar uma chance no mês passado, quando procurava um casaco mais quentinho para enfrentar o inverno. Passei por várias lojas mas nenhum modelo que vi me agradou – tinha muita coisa cara e de baixa qualidade – até que encontrei um casaco bem do jeito que eu queria, por um preço ótimo, num brechó perto do meu trabalho. Ao comprar roupas usadas, é importante garimpar e avaliar bem o custo-benefício, e não abusar  só por causa preço baixo.

4 – Comprar de quem faz:

Na hora de comprar roupas novas, caso seja possível, dê preferência às pequenas confecções ao invés das grandes marcas e das lojas de fast-fashion, assim você incentiva a produção local, paga um preço justo pelo trabalho de quem fez a roupa, e muitas vezes consegue um produto sob medida. Um exemplo: acabei de comprar o vestido da foto abaixo na loja Kisielevski por R$ 97,75 (com o frete). O vestido é muito bem feito e, além disso, tem bolsos! Considerando que qualquer vestidinho numa loja de fast-fashion custa o mesmo tanto ou mais (ainda que seja confeccionado num tecido pior – e sem bolsos), foi uma ótima compra.

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Alguém mais tem dicas para um guarda-roupa minimalista? Comentem!

DIY: Projetinhos fáceis com washi tape

Eu adoro washi tapes e uso bastante na decoração da minha casa, como já mostrei nesse post,  e nesse. Hoje vou mostrar mais alguns projetinhos que fiz usando minhas amadas fitas adesivas coloridas.

Organizadores de cabos:

Esses organizadores foram ridiculamente simples de fazer – peguei o rolo de papelão do papel higiênico que acabou, cortei ao meio, cobri cada metade com uma washi tape diferente e pronto. Nada de cabos soltos por aí.

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Cabos organizadinhos num minuto!

 

Capinha para celular:

A capinha antiga do meu celular estragou e eu comprei uma nova, transparente. Para customizar, cortei um papel do tamanho do telefone, cobri com washi tape e depois recortei as aberturas da caixa de som, câmera e flash. Por fim, só encaixei o papel dentro da capinha e coloquei no celular. Se eu cansar dessa, posso fazer outra com uma fita diferente. 😀

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Suculentas ❤

 

Ímãs coloridos:

Outro dia eu ganhei de brinde no cinema um porta-retrato feito de ímã, para colocar na geladeira. O negócio era horroroso, mas ao invés de jogar fora, cortei em pedaços de vários tamanhos (era um ímã flexível), arranquei a cobertura plástica e colei washi tapes sobre o papel que ficou. Não coloco ímãs na geladeira porque acho que fica poluído, mas uso a parte interna das portas do meu armário da cozinha como um “porta-recados”, e lá estão os ímãs que fiz.

 

 

Resultados do desafio Julho sem Plástico

Estou de volta! No mês passado eu decidi participar do desafio Julho sem Plástico, e apesar de estar meio desanimada e não conseguir realizar todas as tarefas que me propus a fazer, achei que deveria mostrar os resultados mesmo assim.

O que deu errado:

  • Pedi delivery com embalagem de isopor/plástico
  • Aceitei sacolas em algumas lojas
  • Aceitei canudos em restaurantes

O que deu certo:

  • Comprei produtos em embalagens de papel/vidro ao invés de plástico
  • Reciclei todos os plásticos
  • Recusei várias sacolas
  • Não usei filme plástico para embalar alimentos

Comentários:

É bem difícil não usar plástico! A maioria dos produtos possui embalagens plásticas, e algumas alternativas são mais caras – por exemplo, farinha de trigo com embalagem de papel. Nos restaurantes, eu só lembrava de recusar os canudos quando já estava usando, e confesso que fiquei com preguiça de deixar de pedir comida só por causa da embalagem. Eu sei que o desafio propunha que fizéssemos um certo sacrifício, mas o mês de julho não foi muito bom para mim, estive muito relapsa,  por isso dei um tempo no blog.

Ainda que o desafio não tenha dado muito certo, quero adotar os hábitos de recusar os canudos e de comprar produtos com embalagens não-plásticas, desde que eles sejam tão baratos quanto as alternativas. Já faz um tempo que recuso as sacolas plásticas, mas ainda não consegui fazer isso com todas que me oferecem. Por fim, vou participar do desafio novamente no próximo ano, espero fazer melhor da próxima!

Uma pausa

Olá, leitoras e leitores. Não tenho publicado posts regularmente nos últimos tempos, e por isso peço desculpas, mas ando meio desanimada e sem ideias. Quando essa fase passar (espero que seja logo), o blog estará de volta. Abraços!

Desafio: Julho sem Plástico

A Plastic-Free July (Julho Sem Plástico) é uma campanha australiana que visa à conscientização da população sobre o uso excessivo de plástico e seu impacto no meio ambiente. A campanha convida as pessoas a reduzirem o uso de plástico durante o mês de Julho, fornecendo várias dicas e alternativas mais sustentáveis.

Há algumas semanas eu publiquei um post sobre os hábitos sustentáveis que estou adotando, e esse desafio veio em boa hora. O foco nesse mês, ao invés de reciclagem, será a redução do lixo e do consumo de plástico na minha casa.

Para o desafio, eu decidi realizar as seguintes ações:

  • Recusar todas as sacolas plásticas de compras
  • Recusar canudos em lanchonetes/restaurantes
  • Não usar filme plástico para embalar alimentos
  • Comprar refis ou embalagens econômicas de produtos de limpeza e higiene
  • Comprar produtos em embalagens de papel ou metal, para facilitar a reciclagem
  • Evitar embalagens de isopor

No fim de julho vou escrever sobre o que eu fiz efetivamente, o que deu certo e o que deu errado no desafio.  Quem quiser participar do desafio pode se cadastrar no site da campanha para receber dicas e materiais para download.  Outros links interessantes:

Cansar de uma roupa é anti-minimalista?

Ultimamente estou num dilema: tenho algumas peças no guarda-roupa que não uso tanto quanto antes, e percebi que não gosto mais delas como antigamente. Pela filosofia da Marie Kondo eu deveria me desfazer delas, já que elas não me trazem mais felicidade. O problema é que, mesmo antigas, essas roupas não estão estragadas, e fico pensando se não seria anti-minimalista da minha parte tirar itens em perfeito estado do meu armário para comprar outros apenas “porque sim”.

Antes de conhecer o minimalismo, eu comprava muitas roupas que não eram exatamente do meu estilo, quase não usava nenhuma delas e as deixava eternamente no armário, até cansar e doar. Depois de realizar o projeto do guarda-roupa minimalista e finalmente ter um armário apenas com coisas que gosto e que refletem o meu estilo, parei totalmente com essa prática. Desde então eu comprei pouquíssimas roupas, a maioria delas para substituir algo que estava estragando.

A situação agora é um pouco diferente: as peças das quais estou falando já estavam no meu armário durante o projeto, e a maioria delas eu comprei quando ainda morava na minha cidade natal. Tenho shorts e vestidos que uso desde os 17 anos! Como não os uso todo dia, eles ainda estão bem conservados, apesar de antigos. Daí vem a dó de me desfazer de uma roupa que está durando 10 anos e me vestindo bem.

Também tenho um certo receito de “abrir a porteira” da substituição e passar a trocar outras roupas sem necessidade com maior frequência. Ando lendo tanto sobre consumo consciente, fazer isso iria prejudicar todo o meu caminho no minimalismo até agora.

Enfim, ainda vou pensar se substituo os meus vestidos.  De qualquer forma, só o fato de estar refletindo sobre isso já mostra o quanto a minha visão sobre o consumo (principalmente em relação à indústria da moda) mudou. Não tinha pensando nisso até escrever esse post!  😀

 

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Tenho esse vestido há 10 anos! Essa foto é do ano passado, em Salvador.

DIY – Instalando uma cortina para pia

Uma das desvantagens de morar de aluguel é não poder fazer certas mudanças na casa – por falta de permissão, de dinheiro ou de ambos – então precisamos dar um jeito com o que temos em mãos. Às vezes, isso significa adotar tendências que odiamos: no meu caso, a famosa cortina de pia.

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Como era a pia antes

Na minha cozinha não tem armários sob a pia, e ultimamente eu estava ficando cada vez mais incomodada com a feiura das coisas embaixo dela (botijão, lixeira e sacolas de lixo reciclável), mas não conseguia pensar num jeito de escondê-las. Como mandar fazer um armário é inviável, a única alternativa foi instalar uma cortina.

Os materiais que usei foram:

  • Varão extensível
  • Suportes para varão
  • Argolas com clipe “jacaré”
  • Um pedaço de algodão cru

Para instalar o varão, colei os suportes na parte de baixo da pia com cola quente, já que não tinha jeito de furar. Minha mãe cortou e costurou o pano da cortina, e eu tingi. Pendurei a cortina com as argolas e pronto.

  Desculpem a louça suja na foto

Não vou dizer que está bonito, mas ficou o melhor possível dentro das circunstâncias. Pelo menos não tem mais lixo exposto na cozinha! Só espero que meu próximo apartamento tenha armários.  😀

Adotando hábitos sustentáveis (I)

Alguém sugeriu que eu falasse sobre consumo consciente e sustentabilidade na pesquisa de público do blog, e apesar ter contato com esses assuntos há pouco tempo, eu venho tentando introduzir algumas práticas mais sustentáveis no meu dia-a-dia. Resolvi colocar “parte I”  no título do post porque vou falar sobre novos hábitos à medida em que eu for praticando!

Eis o que tenho feito atualmente:

Reciclar o lixo: no meu bairro não tem coleta seletiva, mas a um quarteirão do meu prédio tem LEVs – Locais de Entrega Voluntária – para as pessoas deixarem o lixo reciclável. Separo papel, plástico, metal e vidro, guardo em uma ou mais sacolinhas de plástico e levo quando estão cheias. Os LEVs ficam no meu caminho para o trabalho, é tão fácil deixar os recicláveis lá que me sinto culpada por não ter começado antes! Quando passei a separar o lixo pensei em mil coisas, comprar mais lixeiras e outras firulas, mas acabei decidindo só usar as sacolas de plástico que ganho no supermercado e pronto. A lixeira da cozinha agora só recebe orgânicos e não-recicláveis.

Próximos passos: diminuir o lixo orgânico aproveitando mais as cascas e restos de alimentos para outras coisas, como vi nesse post do Um Ano sem Lixo. Gostaria muito de ter uma composteira, mas por enquanto não é possível por causa da falta de espaço, e eu também não teria uso para a terra.

Comprar a granel/em embalagens maiores: eu moro pertinho de um dos lugares que mais gosto em BH: o Mercado Central. Não costumava fazer compras lá quando mudei para o meu apartamento, mas estou criando esse hábito, porque posso comprar coisas a granel, por preços menores que nos supermercados, e com menos embalagens. Um exemplo: chás. Uma caixa de chá de hortelã Leão, com 15g, custa R$ 6,59 no Extra. Além da caixa, temos 15 embalagens de plástico e 15 saquinhos com o chá. Hoje, no Mercado Central, eu comprei 45g de chá por R$ 9,50 , cada tipo de chá com apenas um saquinho plástico.

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Meus chás

Próximos passos: Ainda recebo bastante plástico nessas minhas compras a granel, mas por enquanto não tem como fugir disso. Eu gostaria poder comprar nessas lojas onde a gente leva o vidro, eles enchem e cobram pelo peso do produto, mas não sei de nenhuma assim em BH. Agora eu quero reduzir as embalagens de produtos de limpeza e comprar as maiores de sabão e detergente, e também tentar fazer alguns desses produtos em casa, mas não sei se terei tempo.

Usar sacola ecológica/carrinho de compras: aquela sacola ecológica que comprei de lembrança em Curitiba está sendo muito bem usada – quando vou fazer compras, já levo a sacola para evitar pegar as de plástico. O carrinho eu uso há mais tempo, e é uma mão na roda porque além de facilitar na hora de carregar peso, elimina a necessidade de pegar muitas sacolas plásticas quando faço uma compra grande.

Próximos passos: recusar as sacolinhas mais vezes! Às vezes os vendedores embalam tão rápido que fico com vergonha de falar que não quero a sacola plástica, mas já estou me acostumando.

Comprar em sacolões/açougues ao invés de supermercados: além de pagar mais barato nos produtos, quando compro nesses lugares eu posso simplesmente deixar de pegar algumas embalagens. Tem um sacolão do lado do meu prédio, então quando eu vou lá eu escolho os produtos, coloco tudo na cestinha (sem os saquinhos), a caixa pesa os produtos do mesmo preço todos juntos e eu ponho tudo na minha sacola ecológica. Só vantagens.

Próximos passos: fazer compras nesses lugares mais vezes. Às vezes eu não me planejo e acabo indo ao supermercado porque não tive tempo de passar nos outros lugares.

Reutilizar embalagens dos produtos que compro: faço isso principalmente com os potes de molhos, geleias e afins, que costumam ser de vidro. Quando faço molho de pimenta ou pesto, uso esses potes. Também uso para colocar sal e outros temperos.

Próximos passos: verificar se existem mais coisas que podem ser reutilizadas.