TAG: Felicidade é…

A Mari, do Frugalidades, me convidou para responder essa TAG, eu gostei muito da proposta. Vocês podem ler as respostas dela aqui. Minhas respostas:

1. O que você gosta de fazer quando está sozinha?
Gosto de ler, assistir filmes/séries ou jogar.

2. O que você gosta de fazer junto com outras pessoas (amigos, família ou namorado)?
Gosto de sair para comer e conversar ou ir ao cinema.

3. Pequenas coisas que te faziam feliz na sua infância:
Quando eu era criança, ficava animada com umas coisas bem bobas, tipo:

  • Andar de ônibus
  • Passar pelo túnel da lagoinha quando vinha para BH
  • Andar de escada rolante nos shoppings
  • Ver aviões passando no céu (e dar tchau 😀 )

4. Uma coisa que te deixou feliz essa semana:
Fiz um curso de bordado livre há algumas semanas e finalmente terminei a tarefa do curso! Não tive tempo de bordar todos os dias, então eu completei um pedaço do desenho por vez, e terminei nesse fim de semana.

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Meu bordado ❤

6. Cite 3 coisas que te deixam muito feliz:

  • Acertar as receitas que tento aprender
  • Conhecer lugares novos
  • Ter dias de folga

7. Complete: Felicidade é…
Viver tranquilamente e poder realizar seus sonhos.

8. Convide 3 pessoas para responder essa TAG:
Camila, do Desacelera, Camila!
Natalia, do E agora, Natalia?
Mary, do Vinte e Três

Em 2017 eu vou…

Após 2 anos realizando todas as minhas resoluções de ano-novo, em 2016 eu dei uma escorregada e acabei realizando apenas duas, das três que defini. Vamos esperar que isso não aconteça em 2017! Aqui vão as minhas metas para o próximo ano:

  1. Terminar o curso francês: o curso que faço tem apenas dois módulos (básico e pré-intermediário), com três semestres cada um. Devo terminar o último módulo em meados de julho, e talvez tente uma prova de certificação mais tarde.
  2. Passar no exame físico de faixa verde do Krav-Maga: fui mais relapsa com o Krav-Maga esse ano que no ano passado… De acordo com o meu professor, eu deveria fazer o primeiro exame de 2017 (em abril), mas não estou nem um pouco preparada. Agora quero voltar a treinar com mais afinco, não quero ficar na faixa laranja o resto da vida!
  3. Conhecer melhor a minha cidade: em março de 2017 farão 7 anos que eu moro em BH. Apesar de adorar essa cidade, me dei conta de que não a conheço tão bem! Sempre que viajo eu procuro conhecer os pontos turísticos das cidades que visito, mas quase não faço isso no lugar onde moro. Com isso, sinto que estou perdendo a oportunidade de descobrir coisas e lugares legais. Como não pretendo fazer nenhuma viajem longa no próximo ano, vou usar meu tempo livre para conhecer Belo Horizonte mais a fundo.
  4. Começar uma pós-graduação (extra): minha ideia inicial era terminar o francês, passar no exame de faixa e dar uma pausa para voltar a estudar. Como isso não vai acontecer (porque fui uma enrolada), acho melhor correr atrás da minha pós-graduação de uma vez. Ainda não tenho certeza de que poderei começar em 2017 – meu plano era me matricular no segundo semestre, mas tudo depende da minha condição financeira. Se não for possível, tento em 2018.

 

Um feliz 2017 a todos os leitores do Meu Diário Minimalista!

A vida que eu quero

Outro dia eu estava navegando pelo Tumblr e vi um post que me tocou bastante:

Tradução aproximada:

Conceito: eu termino a escola. O emprego que tenho não é meu trabalho dos sonhos mas eu gosto dele e trabalho bem ainda assim. Ele me paga o suficiente para cobrir todas as minhas necessidades. Minhas contas nunca estão atrasadas. Dinheiro não é uma preocupação. Eu tenho um lugar para morar. Meus cachorros também. Ele é bom e quente, eu tenho algumas plantas, minhas estantes estão cheias de livros, meus lençóis estão sempre limpos. Tenho tempo para ler no fim do dia. Eu leio bastante. Pensar é uma coisa boa. Eu me encontro regularmente com amigos, novos e velhos. Eles me amam. Nós criamos memórias. Eu não tenho nada do que me envergonhar. Eu viajo algumas vezes por ano, sempre para lugares diferentes. Os lugares que eu vejo me tiram o fôlego. As pessoas que eu encontro me ensinam sobre a vida. Elas são boas. Não existe guerra. O mar me chama e eu faço uma visita. Eu sou independente. Eu sou feliz.

Tirando alguns pequenos detalhes, como ter cachorros (preferiria um gato) ou ter vários livros (sou mais o kindle), eu mesma poderia ter escrito esse texto. É engraçado que sempre que penso em como seria a “vida perfeita” para mim, sempre me vêm duas imagens: a vida maravilhosa – ser rica, não precisar trabalhar, viver viajando – e a realista, que é basicamente a que foi descrita nesse post de Tumblr.

Ultimamente eu tenho pensado bastante nessa vida que eu quero ter. Não posso negar que já conquistei muito do que eu queria: eu moro sozinha, como sempre quis. Trabalho na minha área de formação, e apesar de não ser despreocupada com dinheiro, tenho o suficiente para me manter e guardar para o futuro – o que, infelizmente, não é realidade para grande parte das pessoas no Brasil. Encontro minhas amigas uma vez por mês, e apesar de achar pouco, sempre fico feliz em vê-las. Meus lençóis também estão sempre limpos, o que é ótimo!

Ainda assim, algumas coisas me faltam. Não estou muito feliz com o meu trabalho, e quase não sobra tempo para fazer as coisas que gosto. Acho exaustiva a jornada de trabalho de 40h semanais, mas por enquanto não tenho como fugir disso. Queria poder viajar mais e conhecer novos lugares, mas tenho medo de gastar com viagens um dinheiro que pode fazer falta no futuro. E nesse momento caótico da política nacional, tenho muito medo de a situação econômica piorar tanto que eu perca tudo o que conquistei até hoje (e nem falo só por mim, dessa vez).

Vejo muito por aí, principalmente nas redes sociais, pessoas reclamando de não saberem o que querem da vida aos 20 e tantos anos, de estarem “perdendo tempo” e de não serem bem-sucedidas. Eu mesma me sinto assim às vezes, e ler esse post me ajudou um pouco a enxergar que não é bem assim, que, devagarinho, eu estou conquistando a vida que eu quero. Eu sei que meus sonhos são realizáveis, e sei que vou alcançá-los, no que depender de mim.

Em 2016 eu vou…

Em primeiro lugar, tenho a alegria de dizer que realizei todas as minhas metas para 2015. A técnica de definir poucas resoluções de ano-novo, que sejam “realizáveis” e não mirabolantes, tem funcionado bem para mim!  Para o próximo ano, meus objetivos são:

  1. Economizar ainda mais e ter um controle melhor da minha vida financeira: A área de finanças é uma das que mais tem melhorado na minha vida, graças a muito esforço e depois de muitos erros. Tenho bastante disciplina para economizar e controlar meus gastos, mas no ano que vem (e nos próximos 2 anos, pelo menos) eu vou precisar exercer este controle ao máximo. Logo logo faço um post explicando melhor meus objetivos financeiros.
  2. Me preparar bem para o exame de faixa verde do Krav-Maga: A partir da faixa verde, além do exame “técnico”, em que o Mestre avalia se os alunos aprenderam e podem executar os golpes corretamente, temos também que realizar um exame físico bastante pesado, com corrida, abdominais, flexões, barras… Eu comecei a fazer musculação esse ano ainda, mas fui extremamente relapsa (eu realmente detesto malhar) e quase não tive aproveitamento, e faltei bastante nas aulas de Krav-Maga também. Em 2016 eu quero levar meu treino mais a sério, pois quero muito passar nesse exame.
  3. “Terminar” de decorar meu apartamento e deixá-lo mais organizado: digo terminar entre aspas porque acho que uma casa nunca está 100% pronta e decorada, sempre queremos fazer uma mudança ou outra… Mas ainda tenho uns projetos de decoração que quero realizar no meu apartamento, e depois quero melhorar como organizo os ambientes.

É isso, então! Feliz 2016 a todos!

Aniversário – 2 anos de blog!

Hoje* o Meu Diário Minimalista completa dois anos! Para comemorar, fiz um post especial com uma tag de perguntas e respostas sobre minimalismo que vi no blog Tomorrow at Dawn. Vocês podem conferir o post da Sophie neste link. As minhas respostas estão logo abaixo:

Fonte: Pinterest. Link na imagem.

 

O que te atraiu para o minimalismo?
Achei um blog sobre minimalismo por acaso na internet, comecei a ler mais sobre o assunto e decidi que precisava disso na minha vida. Eu era bastante consumista, tinha coisas demais, não sabia controlar meus gastos… Quando descobri o minimalismo, percebi que adotá-lo na minha vida iria me ajudar bastante – e foi isso mesmo o que aconteceu!

Como você iniciou o processo de destralhe?
Comecei a me livrar de roupas, sapatos e acessórios que não gostava/não usava. Acho que destralhar é um processo contínuo, então estou sempre avaliando se tenho coisas demais, se posso me livrar de algo. E tento não acumular tralhas aplicando a regra do “um-entra-um-sai“.

Você já contou todas as suas coisas? Se sim, quantas coisas você tem?
Já contei meus itens de vestuário (130, no total. Não contei acessórios como bolsas e bijuterias) e sapatos (16 pares). Destralhes virão.  🙂

Quais são as suas dicas para lidar com o desejo por mais?
Esse desejo de ter certas coisas sempre me acomete. O que posso fazer é avaliar se realmente eu preciso daquilo, se vale a pena pagar o preço, se eu tenho espaço para aquilo na minha casa… Às vezes eu fico dias e dias cobiçando um objeto, avaliando se devo comprar ou não, e depois de um tempo acabo vendo que ele não é necessário e desisto. Acho que é importante pensar muito se você realmente precisa da coisa, ou se você só quer.

Como você lida com pessoas não-minimalistas na sua vida?
Eu nunca digo para as pessoas que sou minimalista… Sei lá, acho estranho, e desnecessário até. Só falo sobre isso aqui no blog mesmo. Como moro sozinha, não tenho que conviver com a tralha alheia, então não tenho problemas com gente não-minimalista.

Você tem algum “guilty pleasure” para o qual o minimalismo não se aplica?
Eu tento não me privar das coisas que gosto, mas procuro economizar para aproveitá-las. Seja viajar, comer bem ou comprar coisas bonitas para mim ou para a minha casa, tento fazer o que tenho vontade sem me endividar ou cometer excessos. Acho que o minimalismo está aí, de qualquer forma.

* Na verdade, o aniversário do blog marca o dia em que o criei no WordPress. Tinha criado o blog antes, em março/2013 no Blogger, mas mudei de plataforma pouco depois. Todos os posts do outro foram transferidos para este, a primeira entrada dos arquivos do blog marca março/2013, mas como esta é a data de criação definida pelo WordPress, resolvi adotá-a como aniversário “oficial”. 

Invejinha

Hoje descobri um blog minimalista muito lindo, o Hello, quietude. Fiquei olhando os posts e reparando nas fotos, todas muito bonitas, pensando sobre como todas as fotos que eu publico aqui são feias e de baixa qualidade, que a câmera do meu celular é horrível mas eu não terei dinheiro para comprar outro tão cedo…

E de repente me dei conta de que estava comparando o meu blog com outros, que eu sempre faço isso e que fico com uma invejinha dos blogs mais bonitos. E percebi que isso não era nada legal, pois ao invés de pegar novas ideias e me inspirar, eu estava apenas me angustiando por não poder mostrar o que eles mostram.

Parei um pouco, disse “fica zen, Bárbara” para mim mesma e aceitei o fato de que não preciso ter um blog top com fotos profissionais, porque isso aqui é um passatempo. Se eu não tenho dinheiro para comprar um novo celular, paciência, até porque o meu ainda funciona (aos trancos e barrancos, é verdade) e não tem sentido ficar trocando de eletrônicos todo santo ano. Sempre vai haver blogs melhores/com fotos mais bonitas/com mais acessos/mais comentados, e ficar me preocupando com isso só vai me trazer um stress desnecessário. Em resumo: invejinha é uma atitude muito anti-minimalista, melhor não tê-la.

E no fim das contas, a dona do “Hello, quietude” é fotógrafa. É claro que ela vai tirar fotos lindas mesmo. 🙂