DIY – Revitalizando roupas com corante

Tenho uma calça jeans preta que veste muito bem e está conservada, mas que infelizmente desbotou e estava bem feia. Comprar outra seria um desperdício, então resolvi tingir a calça para recuperá-la. Aproveitei para fazer o mesmo com dois tapetes de banheiro que estavam manchados de água-sanitária.

Já tinha usado corante para tecido em dois projetos: as almofadas do meu quarto e a cortina de pia da cozinha, então não tive dificuldade em trabalhar com esse material.

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Corantes que usei: um para algodão e outros tecidos, outro específico para jeans

Segui as instruções específicas de cada vidrinho – o procedimento é diferente para jeans e algodão, e tingi primeiro a calça, depois os tapetes. Lavei, coloquei no varal para secar e pronto. Os resultados foram esses:

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Calça jeans: antes e depois

A foto está péssima, mas a calça ficou bem preta, parece nova. Não tem nenhuma mancha e todo o desbotado feio sumiu!

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Tapetes: antes e depois

O tapete mais escuro ficou bom, as manchas de água sanitária desapareceram, já o tapete mais claro ficou um pouco manchado. Acredito que isso aconteceu porque coloquei os dois tapetes juntos no caldeirão para tingir. Da próxima vez coloco uma peça por vez.

O custo total do projeto foi R$ 3,00, já que eu tinha o vidro de corante azul (comprei muito quando tingi as almofadas), só comprei o corante para jeans.  Sucesso!

Objetivos financeiros para 2018

Como prometido no post anterior, esses são os meus objetivos financeiros para 2018:

Aumentar a poupança mensal para aposentadoria: em 2017 eu comecei a guardar uma quantidade para a minha reserva da aposentadoria, mas era um valor baixo. Esse ano fixei o valor em 12% da minha renda. Cheguei a essa porcentagem através de um artigo do site Finanças Femininas, chamado “IMC do Bolso”, que indica o quanto você deve poupar por mês de acordo com a sua idade.

Investir 100% dos ganhos extras: geralmente, quando recebo algum dinheiro além do salário (vendas, reembolsos, etc) eu costumo gastá-lo porque nunca é uma quantia alta, mas quero passar a investir esse dinheiro também.

Mapear maiores despesas e reduzir em pelo menos 10%: essa meta foi inspirada por um artigo do site The Financial Diet sobre a “regra dos 10%”, que consiste em analisar cada categoria do seu orçamento e pensar como você pode reduzi-las em apenas 10%. Pretendo fazer isso com minhas maiores despesas: alimentação, gastos com a casa e transporte.

Passar 6 meses sem compras: faz tempo que estou querendo fazer um outro ano sem compras, mas nos últimos tempos eu sempre preciso de uma ou outra coisa, e fico adiando. Em 2016 eu fiz o desafio do Jejum de Compras mas, apesar de ter reduzido meus gastos com supérfluos, eu não os eliminei completamente. Vou aproveitar que meu orçamento estará bastante apertado esse ano para passar seis meses comprando apenas o essencial e nada mais. Provavelmente começo em julho!

 

Balanço das finanças de 2017

O ano passado também foi um ano tranquilo em relação às finanças – parece que é a única área da minha vida sobre a qual eu ainda tenho algum controle, risos. As despesas aumentaram, mas as receitas também, porque finalmente fui contratada como CLT! 2017 teve seus altos e baixos, em resumo:

Pontos positivos:

  • Comecei a poupar uma quantia mensal para a aposentadoria;
  • Incrementei minha reserva para emergências;
  • Mantive as compras de supérfluos sob controle, graças à minha lista de compras permitidas por mês.

Pontos negativos:

  • Novamente, não segui à risca os valores definidos para cada categoria do meu orçamento mensal;
  • Estudei menos do que gostaria sobre finanças;
  • Gastei bastante (de novo) com restaurantes/delivery e Uber/Cabify/etc. Os dois gastos aumentaram porque estou saindo mais, mas também por preguiça de cozinhar ou ir a pé ou de ônibus para os lugares.

Conclusão:

Como repeti alguns erros dos anos anteriores, principalmente no que diz respeito á definição do orçamento, acho que chegou a hora de adotar uma nova abordagem. 2018 será um ano de muitos, muitos gastos – todas as minhas despesas fixas estão aumentando, e a pós-graduação também vai pesar bastante, por isso preciso ser ainda mais responsável com meu dinheiro. O post da semana que vem será sobre as minhas metas financeiras para este ano.

Aplicativos que me ajudam a controlar as finanças/economizar

No ano passado, escrevi um post listando alguns aplicativos que me ajudavam a cumprir tarefas e a manter minha vida organizada. Hoje vou falar sobre mais quatro apps que uso para manter minhas finanças em ordem e economizar dinheiro:

Minhas Economias

Quando falo sobre controle de gastos, eu sempre menciono o Minhas Economias porque é o gerenciador financeiro que uso, tanto a versão online quanto o aplicativo. As duas versões são boas, mas o app é bastante útil para cadastrar despesas e consultar o saldo das minhas contas rapidamente em qualquer lugar.

  Minhas Economias: captura de tela

 

Apps de bancos

Hoje em dia possuo contas em dois bancos diferentes, uma corrente e uma poupança. Gosto de usar os aplicativos de cada banco para consultar saldo, fazer pagamentos rápidos também sincronizar despesas com o Minhas Economias.

Splitwise e Tricount

Os dois aplicativos servem para organizar a divisão de gastos entre duas ou mais pessoas. Eles possuem funcionalidades diferentes, mas são bastante úteis para organizar desde a conta do happy hour até as despesas mensais de casa, fazendo divisões justas para que ninguém fique no prejuízo.

  Splitwise: captura de tela

Chama

Acho esse app maravilhoso, apesar de não ter utilizado ainda. O preço do gás de cozinha está cada vez mais abusivo, e as variações entre as distribuidoras são grandes. O Chama mostra o preço do botijão em cada distribuidora da região (de acordo com o endereço digitado) e permite que você faça o pedido pelo app. Ainda não precisei comprar gás desde que baixei o aplicativo, mas já vi que no meu bairro o preço varia até R$ 12!

  Chama - Seu app de pedir gás: captura de tela

 

Se alguém tiver mais dicas de aplicativos interessantes, por favor comente!

 

Todas as imagens do post foram retiradas do Google Play. Os links para as páginas dos aplicativos estão nos títulos.

5 habilidades que ajudam a economizar dinheiro (e tempo)

A princípio, o título desse post seria “5 habilidades essenciais para quem mora sozinho”, mas eu percebi que tudo na lista é importante para qualquer pessoa que precise “se virar” algum dia na vida, morando sozinha ou não! Vamos a elas:

Cozinhar: essa é primordial. Não precisa ser um chef, mas é importante saber o básico: um arroz, um macarrão, uma carne… Cozinhar em casa quase sempre é mais barato que comer fora, e costuma ser mais saudável também, já que a maioria dos deliverys é de fast-food. Sem contar que, ao saber cozinhar, você fica menos dependente de outras pessoas – não foram poucos os casos que ouvi de homens que ficam com fome em casa esperando a esposa chegar pra fazer a comida! Por favor, né?  😀

Fazer serviços domésticos básicos: varrer e passar pano no chão, lavar a louça, lavar roupa e etc até hoje são serviços bem simples que mantém uma casa limpa. Infelizmente, assim como cozinhar, esse trabalho é visto como obrigação feminina, mas como já disse nesse post, todos que compartilham uma casa devem se responsabilizar igualmente pelas tarefas. E quando a pessoa mora sozinha, é bom que ela saiba fazer o básico, assim não precisa gastar com faxineira. E mesmo que você contrate uma diarista de vez em quando, que coisa feia deixar a casa imunda só porque alguém vai limpar depois, não?

Fazer pequenos reparos em casa: trocar lâmpada e resistência de chuveiro, consertar torneira pingando, furar parede… Esses serviços são considerados masculinos, mas podem (e devem) ser feitos por qualquer pessoa. Desde cedo, na minha casa não tinha nenhum homem para fazer essas tarefas (meu pai morreu quando eu era bem nova), minha mãe fazia quase tudo e eu aprendi com ela. Morando sozinha, vi que chamar um profissional para fazer reparos sai caro, então eu faço tudo o que consigo. Tem muitos tutoriais na internet, a maioria das coisas não é tão difícil quanto parece.

Costurar: remendar buracos e pregar botões são o básico do básico (e são tudo o que eu sei!). Outra atividade considerada feminina, mas que deveria ser ensinada a todos. Afinal, se um botão cai da sua camisa, o que você, homem que mora sozinho, vai fazer? Levar na costureira? Pedir para a sua mãe colocar de volta? Jogar a camisa fora? Economize tempo e dinheiro (e a paciência da sua mãe) e pregue seus próprios botões!  😀

Fazer orçamento: o primeiro passo para controlar as finanças é fazer um orçamento. Para quem mora sozinho ou quer morar em breve, ter uma noção dos gastos é muito importante, pois manter uma casa é um gasto e tanto. Quem não tem experiência pode começar apenas anotando os gastos diários em um caderno, só para ter uma ideia de onde seu dinheiro está indo. Depois, pode passar tudo para uma planilha do Excel ou usar um desses inúmeros aplicativos de controle de finanças.

Vocês leitores acrescentariam alguma coisa à lista? Me contem nos comentários.

TAG – Falando de Dinheiro

Peguei essa TAG do blog Lar Possível, que descobri recentemente e gostei bastante. No blog a Elisa gravou um vídeo com as respostas, mas aqui vai ser texto mesmo!

Vamos às perguntas:

1. Qual foi a primeira vez que você ganhou dinheiro trabalhando?
A primeira vez que ganhei dinheiro trabalhando foi quando iniciei meu primeiro estágio, em 2010. Trabalhava como monitora no laboratório de informática em um colégio, e minha bolsa-estágio era R$ 400, que mal era suficiente pagar a república e comprar comida.

2. Qual a coisa mais curiosa que você já fez pra ganhar dinheiro?
Nunca fiz nada além do usual para ganhar dinheiro. Fora os estágios, trabalhei como monitora na faculdade, fiz divulgação do vestibular da PUC num shopping, e vendi roupas/sapatos/acessórios usados na internet e em bazares.

3. Qual o maior sonho de consumo que você já realizou desde que começou a trabalhar?
Morar sozinha. Depois que passei de estagiária a contratada, juntei o máximo de dinheiro possível para comprar os móveis e eletrodomésticos principais para o apartamento e consegui alugar uma quitinete no fim de 2014.

4. Que compra te deu a maior sensação de dinheiro jogado no lixo?
As compras que mais me deram essa sensação foram as roupas que usei pouco ou que não combinavam comigo mas ainda assim eu insisti em comprar. Quando doei/vendi super barato várias roupas que ficaram anos encalhadas no meu armário bateu essa sensação de desperdício.

5. Você consegue poupar dinheiro? Se sim, dá uma dica.
Consigo sim! A dica que dou é estabelecer uma meta de poupança e separar esse dinheiro assim que receber o salário. O valor da poupança já tem que estar definido no orçamento do mês, é necessário tratá-lo como uma “despesa” essencial, assim como o aluguel ou a conta de luz. Desse jeito é mais fácil separá-lo.

6. Qual é seu maior ralo de dinheiro?
Atualmente minhas maiores despesas são com o apartamento e com alimentação. Ambos são indispensáveis, mas poderiam ser reduzidos. Não abro mão de certas coisas – eu não dividiria um apartamento só para cortar gastos (a não ser em caso de absoluta necessidade), mas tento manter as contas fixas em um mínimo; também gosto de cozinhar e comer bem, mas estou tentando comprar alimentos de forma mais inteligente e gastar menos com restaurantes, fast-food e delivery. Essa é minha maior dificuldade no quesito redução de gastos. 😦

7. Qual a sua maior preocupação financeira?
Passar por dificuldades e não ter dinheiro para me sustentar. Morro de medo de ficar desempregada por um tempo longo e precisar sair do meu apartamento, por exemplo. Para mim, morar sozinha e me sustentar foi a maior conquista da minha vida até então, e perder isso seria voltar à estaca zero.

8. O que você faria se ganhasse uma fortuna?
Pararia de trabalhar, investiria uma parte do dinheiro para garantir meu sustento e usaria o resto para viajar pelo mundo. Os planos já estão definidos, só falta o bilhete premiado da Mega Sena! 😀

9. O que você faria se tudo desse errado e você precisasse dar um jeito de se sustentar?
Tentaria arranjar qualquer emprego, mesmo que não fosse na minha área de atuação. Também poderia fazer doces para vender, já que cozinho bem.

10. Qual o negócio dos seus sonhos?
Ser herdeira, hahaha. Falando francamente, eu não tenho um negócio “dos sonhos”, porque ser dona de um negócio implicaria em continuar trabalhando e meu sonho mesmo é não precisar trabalhar para viver.

11. O que te faz juntar dinheiro com prazer?
Saber que vou ter dinheiro guardado! Seja para uma viagem, para alguma compra importante ou para o fundo de emergências, saber que terei o dinheiro quando precisar, sem fazer dívidas, é muito gratificante.

“Leva as duas!”

Faz um tempo que estava precisando de uma bolsa para usar à noite; escrevi na lista de compras para esse ano e procurei bastante na internet e em várias lojas de BH, sem achar nada que me atendesse. Há uns dias fui em uma loja e vi dois modelos que me interessaram, mas por terem estilos diferentes eu fiquei em dúvida sobre qual levar. As vendedoras estavam tentando me convencer a levar o mais caro, por ser de couro (portanto, mais durável), mas como eu continuava indecisa, elas sugeriram que eu levasse ambas, assim poderia “variar”. Quando disse que só compraria uma mesmo, uma das vendedoras perguntou se levar as duas me “apertaria” – e elas ficaram ligeiramente chocadas quando eu disse que só queria uma porque precisava apenas de uma bolsa!

Estou contando isso porque é engraçado o quão enraizado está esse costume de comprar mais de uma peça de roupa, acessórios e etc. só porque a pessoa está indecisa. E para nós mulheres isso é incentivado, pois precisamos variar, estar na moda, etc. E a única justificativa possível para não comprar mais de um item seria a falta de dinheiro, o que prontamente é resolvido pelo cartão de crédito, parcelamentos infinitos, “compre agora e pague daqui a 60 dias” e afins.

Não estou condenando as vendedoras por sugerirem que eu comprasse mais de uma bolsa – sei que é o trabalho delas, e elas dependem da comissão das vendas, então naturalmente vão tentar fazer com que os clientes levem muitos produtos. Mas é inegável que essa estrutura de negócio só funciona em uma sociedade que consome intensa e constantemente – se você tem condições, você deve comprar, e se não tem, “parcelamos em até 5x no cartão”.

Uma das vendedoras ainda me disse: “nossa, queria ser que nem você, só comprar o que precisa… Mas se vejo uma bolsa que eu gosto eu compro uma preta que é curinga, levo uma vermelhinha para ‘dar uma cor’, aí preciso levar uma sapatilha para combinar… Ainda mais trabalhando aqui!”. (Será que devia ter apresentado a ela a “palavra do minimalismo” ? Fica a questão.  XD  )

Poucos anos atrás seria perfeitamente natural que eu levasse as duas bolsas… E ficasse com uma delas (ou ambas) encalhada no armário até acabar doando depois de muito tempo sem usar, ou por não gostar mais. Caramba, até esse ano eu doei coisas que tinha comprado há tempos e não usava! É bem difícil mudar essa mentalidade de consumo e passar a adquirir apenas o necessário. Eu ainda tenho um longo caminho a percorrer nesse quesito, principalmente no que diz respeito a compras para a casa… Ainda assim, fico feliz por estar progredindo. Meu bolso agradece!

Reformar ao invés de substituir

No fim do mês passado levei dois pares de sapato para o conserto. Ambos (um All Star e uma sapatilha) estavam com as solas bem gastas, mas com estrutura superior ainda em bom estado. O sapateiro fez os reparos necessários e me cobrou R$ 80 pelo serviço.

Algumas pessoas poderiam dizer “mas Bárbara, por esse preço você compraria um novo par de sapatos!” Dependendo da marca dos sapatos, até que seria verdade. Mas tanto a sapatilha quanto o tênis são feitos de couro, e só o All Star custou o dobro desse valor. Já contei aqui no blog que prefiro pagar mais caro por sapatos que são duráveis, principalmente tênis, porque é o que eu mais uso no dia-a-dia. E não posso me dar ao luxo de descartar um calçado que custou caro se ele ainda é “consertável”.

Outro motivo pelo qual prefiro mandar reformar os sapatos é porque eles já são do meu gosto. Hoje em dia sou muito chata para compras, só adquiro o que considero bonito e de qualidade, e prefiro peças simples. Um exemplo: passei meses e meses procurando uma sapatilha preta básica e não conseguia achar de jeito nenhum, porque é basicamente impossível encontrar qualquer sapatilha que não seja lotada de apliques, strass, fivelas, etc. O que eu quero dizer é que não vale a pena para mim passar pelo estresse de sair para comprar sapatos novos.

E por fim, além de gastar menos e continuar com itens que amo no meu guarda-roupa, não produzo lixo à toa. Só vantagens. O mesmo vale para roupas: já mandei ajustar roupas que estavam largas, dar bainha, etc. Minha mãe sabe costurar, então às vezes ela mesma faz essas coisas para mim. Inclusive, acho que costurar é uma boa habilidade para se adquirir – mesmo quem não cria peças do zero pode economizar bastante ajustando as próprias roupas. Talvez um dia, quando eu tiver tempo e espaço para uma máquina de costura, eu me aventure nessa área.

Não é que dias depois de trazer meus sapatos do conserto, vi que meu par de botas (que amo), está quase perdendo as solas?! Logo logo ele vai fazer uma “visita” ao sapateiro também!