5 perguntas sobre: Dinheiro

Esse post é o resultado de um desafio do Habitica (para quem não sabe o que é, já falei sobre ele aqui). A guilda sobre responsabilidade financeira da qual eu participo lançou o desafio, que consiste em responder essas 5 perguntas em qualquer lugar. Resolvi então trazer trazê-las para o blog! Aqui estão minhas respostas:

1 – Se você ganhasse R$ 25.000 na loteria, o que faria com o dinheiro?
Eu investiria o dinheiro, já que não seria uma quantia alta o suficiente para “largar tudo” e viver de renda. Por mais tentador que fosse, preferiria não gastar com viagens ou compras, porque sei que precisaria dessa quantia no futuro.

2 – Qual é o seu maior medo em relação à aposentadoria?
Meu maior medo é não ter dinheiro o suficiente para me sustentar quando for mais velha, e por isso não poder me aposentar. Também tenho medo de ser demitida e não conseguir trabalho lá pelos 60 anos, e ficar dependente de ajuda dos outros ou do dinheiro de “bicos”. Com a reforma da previdência chegando aí, imagino que essa será a infeliz realidade para a maioria dos brasileiros idosos.

3 – Quando você faz uma entrevista de emprego, além do salário, a coisa mais importante que você quer saber é…
Quais são os benefícios e se o horário de trabalho é flexível. A questão do horário para mim é muito importante, já que preciso resolver várias coisas sozinha (compras, problemas da casa, contas, consultas…) e não ter um horário rígido de trabalho facilita muito.

4 – Quando você está comprando roupas novas, qual é a sua prioridade?
Conforto, beleza e qualidade para mim são igualmente importantes. Preço também, mas eu prefiro pagar um pouco mais caro por peças que sei que vão durar bastante.

5 – Qual frase descreve melhor seus sentimentos em relação ao dinheiro?

Dinheiro não traz felicidade… Manda buscar.

Posso parecer gananciosa falando isso, mas eu acho que só quem vive confortavelmente pode se dar o luxo falar que dinheiro não traz felicidade. Você precisa de dinheiro para fazer absolutamente tudo, desde ter casa e comida e educar os filhos a viajar, sair e se divertir. Talvez você não precise de muito dinheiro para fazer essas coisas, mas precisa de um mínimo, de qualquer jeito.


O que acharam? Estou pensando em fazer uma série de posts do tipo “5 perguntas sobre…” com temas diferentes, acho que vai ser interessante. Opinem nos comentários por favor! E me contem suas respostas também, eu adoro saber a visão dos leitores. 🙂

Finanças: balanço de 2016 e objetivos para 2017

No quesito finanças, 2016 foi um ano relativamente tranquilo para mim. Apesar dos aumentos de preços, consegui economizar para emergências e para gastos genéricos, sem me sacrificar.

Pontos positivos:

  • Consegui poupar aproximadamente 40% do meu salário todo mês
  • Aprendi um pouco sobre finanças e investimentos e parei de usar a poupança como investimento principal
  • Completei minha reserva para emergências, não com três meses de salário como era meu objetivo inicial, mas com seis.
  • Gastei muito menos com roupas, coisas para a casa e outros supérfluos

Pontos negativos:

  • Apesar de definir melhor os valores para o meu orçamento mensal, não segui tudo à risca
  • Gastei demais com comida, principalmente em restaurantes e deliverys

Este ano, pretendo continuar pelo mesmo caminho, reduzindo mais gastos e poupando mais para o futuro.  Meus objetivos para 2017 são:

  • Guardar dinheiro para a aposentadoria: já era complicado depender apenas do INSS antes, mas agora, com a reforma da Previdência, isso vai ser praticamente impossível. Agora que minha reserva para emergências já está “pronta”, quero começar a guardar dinheiro para a velhice, e preciso fazer isso o quanto antes.
  • Aprender mais sobre finanças e investimentos:  mesmo tendo aprendido bastante no ano que passou, ainda sou muito leiga no assunto. E já que preciso me preparar para o futuro (como disse no tópico anterior), preciso estudar mais sobre isso.
  • Reduzir despesas, até mesmo as essenciais (se possível):  já não gasto tanto com supérfluos quanto antes, e acredito que agora seja possível reduzir as despesas essenciais, como compras no supermercado e conta de luz, por exemplo.

Defini menos metas que no ano passado, justamente porque elas não são tão fáceis de atingir, e precisam de dedicação. Ainda assim, espero ter sucesso!

TAG – Falando de Dinheiro

Peguei essa TAG do blog Lar Possível, que descobri recentemente e gostei bastante. No blog a Elisa gravou um vídeo com as respostas, mas aqui vai ser texto mesmo!

Vamos às perguntas:

1. Qual foi a primeira vez que você ganhou dinheiro trabalhando?
A primeira vez que ganhei dinheiro trabalhando foi quando iniciei meu primeiro estágio, em 2010. Trabalhava como monitora no laboratório de informática em um colégio, e minha bolsa-estágio era R$ 400, que mal era suficiente pagar a república e comprar comida.

2. Qual a coisa mais curiosa que você já fez pra ganhar dinheiro?
Nunca fiz nada além do usual para ganhar dinheiro. Fora os estágios, trabalhei como monitora na faculdade, fiz divulgação do vestibular da PUC num shopping, e vendi roupas/sapatos/acessórios usados na internet e em bazares.

3. Qual o maior sonho de consumo que você já realizou desde que começou a trabalhar?
Morar sozinha. Depois que passei de estagiária a contratada, juntei o máximo de dinheiro possível para comprar os móveis e eletrodomésticos principais para o apartamento e consegui alugar uma quitinete no fim de 2014.

4. Que compra te deu a maior sensação de dinheiro jogado no lixo?
As compras que mais me deram essa sensação foram as roupas que usei pouco ou que não combinavam comigo mas ainda assim eu insisti em comprar. Quando doei/vendi super barato várias roupas que ficaram anos encalhadas no meu armário bateu essa sensação de desperdício.

5. Você consegue poupar dinheiro? Se sim, dá uma dica.
Consigo sim! A dica que dou é estabelecer uma meta de poupança e separar esse dinheiro assim que receber o salário. O valor da poupança já tem que estar definido no orçamento do mês, é necessário tratá-lo como uma “despesa” essencial, assim como o aluguel ou a conta de luz. Desse jeito é mais fácil separá-lo.

6. Qual é seu maior ralo de dinheiro?
Atualmente minhas maiores despesas são com o apartamento e com alimentação. Ambos são indispensáveis, mas poderiam ser reduzidos. Não abro mão de certas coisas – eu não dividiria um apartamento só para cortar gastos (a não ser em caso de absoluta necessidade), mas tento manter as contas fixas em um mínimo; também gosto de cozinhar e comer bem, mas estou tentando comprar alimentos de forma mais inteligente e gastar menos com restaurantes, fast-food e delivery. Essa é minha maior dificuldade no quesito redução de gastos. 😦

7. Qual a sua maior preocupação financeira?
Passar por dificuldades e não ter dinheiro para me sustentar. Morro de medo de ficar desempregada por um tempo longo e precisar sair do meu apartamento, por exemplo. Para mim, morar sozinha e me sustentar foi a maior conquista da minha vida até então, e perder isso seria voltar à estaca zero.

8. O que você faria se ganhasse uma fortuna?
Pararia de trabalhar, investiria uma parte do dinheiro para garantir meu sustento e usaria o resto para viajar pelo mundo. Os planos já estão definidos, só falta o bilhete premiado da Mega Sena! 😀

9. O que você faria se tudo desse errado e você precisasse dar um jeito de se sustentar?
Tentaria arranjar qualquer emprego, mesmo que não fosse na minha área de atuação. Também poderia fazer doces para vender, já que cozinho bem.

10. Qual o negócio dos seus sonhos?
Ser herdeira, hahaha. Falando francamente, eu não tenho um negócio “dos sonhos”, porque ser dona de um negócio implicaria em continuar trabalhando e meu sonho mesmo é não precisar trabalhar para viver.

11. O que te faz juntar dinheiro com prazer?
Saber que vou ter dinheiro guardado! Seja para uma viagem, para alguma compra importante ou para o fundo de emergências, saber que terei o dinheiro quando precisar, sem fazer dívidas, é muito gratificante.

Ganhando um dinheirinho extra

Arranjar um troquinho extra é sempre bom, mas como uma pessoa que não tem habilidade alguma de vendedora, passo longe do tradicional “fazer doces/etc. e oferecer para os outros”. Ainda assim, consigo ganhar um dinheirinho de vez em quando com o seguinte:

Enjoei: comecei a lojinha para me livrar de algumas roupas e sapatos que não usava mais, e desde 2015 ganhei R$ 282,15 em vendas. O Enjoei é bom para quem tem roupas usadas em bom estado ou novas, e apesar de pesarem um pouco nas taxas (20% do valor do produto + 2,50 de frete) ele facilita bastante nas questões de anúncio e envio de produtos.

Nota Fiscal Paulista: mesmo não morando em São Paulo, as compras que faço pela internet também valem para o programa, então tenho direito a receber reembolso por elas. Desde 2015 já pude resgatar R$ 58,39.

Méliuz: quando vou comprar pela internet, sempre procuro as lojas que fazem reembolso pelo Méliuz. Dependendo do preço e do desconto, dou preferência a elas. Já tive alguns problemas, como lojas cancelando meu reembolso indevidamente, mas em geral o programa funciona muito bem. Desde 2015 resgatei R$ 58,37.

Pact App: já falei sobre o Pact aqui. Sempre que minhas recompensas chegam ao valor de 10 dólares, posso fazer um resgate. Com o dólar alto, acabo recebendo três vezes o valor da recompensa em reais! Em abril eu fiz um resgate de R$ 35,92 e logo logo farei outro.

Sebo: não queria esperar muito para vender meus livros, então acabei levando em um sebo perto da minha casa. O único problema é que pagam muito pouco, recebi apenas 30 reais, mas dinheiro é dinheiro, né?

Bazar: quando resolvi me livrar de uma vez por todas das roupas que estavam acumuladas em casa, coloquei tudo em uma sacola bem grande e levei em um bazar no Centro. O problema desses bazares que compram na hora é que eles compram por volume e pagam um valor muito baixo – consegui apenas 15 reais por uma sacola gigante cheia de roupas e afins. De qualquer forma, é melhor receber esse pouquinho que não ganhar nada com as roupas paradas em casa.

Não é muito, mas qualquer valor já ajuda no orçamento! Sem contar que o processo de destralhar a casa ou o guarda-roupa ganha um incentivo a mais quando percebemos que podemos ser recompensados financeiramente por isso. 😀

Revisitando meus gastos

No início de 2013, escrevi um post relatando meus principais gastos e também coisas com as quais eu não gastava dinheiro. Três anos depois, o que mudou?

Gasto mais/passei a gastar com:

  • Despesas de casa (aluguel/condomínio/luz/etc.): morando sozinha, meus gastos desse tipo aumentam bastante. Ainda assim, as despesas com a casa não passam de 35% da minha renda (antes, mesmo morando em república, esses gastos chegavam a 50% – meu salário era bem baixo)
  • Internet e Netflix: assino um plano de banda-larga e por mim continuaria para sempre nos torrents de séries e filmes, mas meu namorado me atormentou para dividir um plano de Netflix com ele (considerando que eu aproveitava o dele de graça, acho justo  😀 )
  • FIES: venho pagando a amortização dos juros a cada três meses e, a partir de setembro, vou começar a pagar as mensalidades do financiamento.
  • Academia: tenho esse gasto desde que comecei as aulas de Krav-Maga em 2013, e apesar de ter desconto de 50% para estudante e pagar planos semestrais ou anuais para economizar, esse gasto pesa um pouco no meu orçamento.

Gasto menos com:

  • Comida, principalmente fast-food: não preciso mais almoçar fora todos os dias, então a economia já é grande. Também larguei a mania de fast-foods (apesar de ainda ir em alguns às vezes).
  • Transporte (ônibus / metrô): agora que moro a uma distância razoável do trabalho, costumo ir à pé. Uso mais os ônibus nos finais de semana.
  • Roupas, sapatos e acessórios: depois de “refazer” meu guarda-roupa e torná-lo mais minimalista, estou comprando bem menos e escolhendo peças mais versáteis.
  • Livros: desde que adquiri o Kindle, não compro mais livros de papel.
  • Produtos de beleza: uso apenas o necessário, e reduzi as compras de esmaltes, que eram meu fraco.
  • Celular: tinha um plano controle que custava R$ 35, e mudei para 0 pré-pago, e agora faço uma recarga de R$ 25 por mês. Dez reais por mês parece uma economia boba, mas em um ano deixarei de gastar 120 reais. Já é alguma coisa!

Eliminei:

  • Taxa de serviços bancários: aderi ao pacote de serviços essenciais do banco e não pago mais uma taxa mensal de manutenção da conta.
  • Cartões de lojas: quebrei meu cartão da Renner em 2013 e nunca mais adquiri outro. 

É verdade que depois de formar passei a ganhar mais e, consequentemente, passei a gastar mais. Ainda assim, consigo poupar muito mais dinheiro que antes (proporcionalmente) e mantenho os gastos dentro das minhas possibilidades – tanto os essenciais quanto os supérfluos. Ainda preciso melhorar bastante, mas fico feliz em ver minha evolução ao longo dos últimos três anos!

Objetivos financeiros para 2016

Em 2015 eu cumpri quase todos os meus objetivos financeiros com sucesso. Para esse ano minhas metas são um pouquinho mais difíceis, mas espero que consiga realizá-las também. Aqui vão elas:

Poupar ainda mais: no ano passado, minha meta foi guardar 25% do salário. Hoje estou guardando 40%. Recebi um aumento no início do ano e, apesar de todas as contas também terem aumentado, consigo reservar uma parte maior do meu salário para a poupança.

Esses 40% são meu limite de “confortável” – tirando o que eu guardo e o dinheiro para o pagamento das contas, sobra pouco para gastar, mas estou separando uma porcentagem tão alta do meu salário porque a partir de Setembro começo a pagar as parcelas do FIES, o que vai reduzir minha quantia mensal de poupança. Então, decidi guardar o máximo de dinheiro possível até lá.

Aprender a investir: estou acostumada a guardar dinheiro na poupança “desde sempre”, mas no ano passado comecei a ler blogs/sites de finanças e aprendi que esta não é sempre a melhor opção. Já comecei a diversificar e investi uma quantia em LCI, agora pretendo ler e aprender mais e buscar outros investimentos. Como não sou rica, preciso esperar meses até juntar quantias razoáveis para investir, mas sinto que estou progredindo nessa área!

Finalmente completar minha “reserva de emergências”: falta pouco para completar minha reserva de três meses de salário. Minha intenção é deixar uma quantia de pelo menos um salário na poupança, e aplicar o restante em outros tipos de investimento, que rendem mais.

Fazer um orçamento melhor e controlá-lo de perto: ano passado eu falhei, mas espero que agora eu consiga seguir meu orçamento. Já comentei que estou definindo mais detalhadamente os valores mensais de cada categoria, agora só falta segui-los direitinho e ficar longe de gastos adicionais.

Já sei que terei mais gastos lá para o meio do ano – meu aluguel sobe em Julho, e as parcelas do FIES começam em Setembro e continuam por um ano com o valor mais alto (depois de um ano, diminuem), mas acredito que vou conseguir cumprir meus objetivos.

Balanço das finanças em 2015

Minha vida financeira esteve ok no ano passado. Não houve nenhuma mudança significativa em relação a 2014, mas tive um pouco mais de disciplina e consegui poupar mais que no ano anterior.

Pontos positivos:

  • Consegui criar e manter uma poupança para emergências. Poupei um valor fixo todo mês e não toquei nesse dinheiro uma vez sequer. Ainda não consegui juntar 3 meses de salário, mas estou quase.
  • Minha poupança para gastos gerais foi bem útil. Paguei o curso de francês, a academia e minhas férias com ela, tudo à vista.

Pontos negativos:

  • Gastei bastante no cartão de crédito. Não me endividei além da conta, nunca precisei pagar o mínimo, mas deveria ter controlado mais meus gastos, e esperado mais para pagar as coisas à vista.
  • A compra de dois celulares em menos de dois meses (por causa do roubo do meu telefone novo) foi um baque no meu orçamento.
  • Percebi que estou definindo meu orçamento do jeito errado. Geralmente eu estabeleço o mesmo valor todo mês para cada categoria, mas às vezes tenho um gasto maior, previsto com antecedência, que ultrapassa o valor geral e acaba parecendo que eu gastei além da conta, quando não é o caso. Por exemplo: no gráfico, eu ultrapassei o orçamento em Março (pagando a anuidade da academia, que foi previsto) em Setembro (comprando o celular novo, previsto) e em Dezembro (comprando outro celular para substituir o roubado. Só isso foi inesperado).

 Conclusão: estou melhorando no controle das finanças, gastei mais do que devia apenas em um mês em 2015 (um recorde na minha vida!), mas cometi vários erros e pretendo não repeti-los esse ano.

Logo logo vem um post sobre meus objetivos financeiros para 2016.

fin

Gráfico do meu orçamento de 2015

Minha tabela de despesas e receitas

O post de hoje é sobre mais um dos meus métodos de organização de finanças. Como vocês já sabem, além de fazer o controle dos meus gastos no Minhas Economias, eu utilizo uma planilha do Excel para gerenciar as parcelas que preciso pagar.

Nessa mesma planilha, eu criei uma aba para fazer uma estimativa dos gastos do mês e calcular quanto eu vou gastar e quanto dinheiro vai sobrar. É bem simples, como mostra a imagem a seguir:

Tabela de despesas X receitas

Tabela de despesas X receitas

Na coluna da esquerda eu listo todas as despesas que terei no mês (despesas fixas ou gastos já predefinidos, não incluo alimentação ou compras ocasionais). A soma desses gastos, com adição da quantia reservada para a poupança, é o total geral de retiradas.

Na coluna da direita eu listo as entradas – o salário e o dinheiro que restou do mês anterior. A soma destes valores é o total de disponível.

Subtraindo o total de gastos do total de ganhos, resta o dinheiro que vai “sobrar” no mês, para gastos com alimentação e outras compras.

Essa planilha tem sido bem útil para prever meus gastos, com ela eu consigo saber se posso fazer uma compra maior (de coisas para a casa, por exemplo), quanto dinheiro vou ter depois que pagar todas as contas, quanto eu preciso guardar para o próximo mês, etc.

 Por enquanto minhas previsões da gastos tem dado certo, mas ainda preciso economizar melhor o dinheiro que sobra no fim. Acho que assim que acabar de pagar as compras parceladas e o curso de francês conseguirei ter um controle maior.

Objetivos financeiros para 2015/2016

Durante boa parte de 2013 e todo o ano de 2014, meu principal objetivo financeiro foi “juntar dinheiro para poder morar sozinha”. Com esse desejo realizado, no início do ano defini novos objetivos para conquistar:

  • Economizar mais: dizem que o ideal é poupar pelo menos 10% do salário. Atualmente, eu consigo guardar 25%. Depois que terminar de mobiliar/decorar meu apartamento, é provável que eu economize mais um pouco. Quero um dia poder poupar 50% do pagamento, mas isso ainda está longe…
  • Ter uma poupança para “gastos gerais”: uma parte do dinheiro que guardo vai para essa poupança, que vai servir para quando eu quiser fazer uma compra ou pagamento maior (algum móvel, um curso, uma viagem, etc.), assim não preciso me preocupar com parcelas nem fico endividada.
  • Ter uma reserva de emergência: todos os sites de finanças que leio dizem que é necessário ter uma reserva de 3 a 6 meses de salário para emergências. De acordo com as minhas contas, conseguirei juntar 3 meses de salário só no ano que vem, mas o importante é que estou guardando o dinheiro para isso.
  • Controlar meu orçamento mais de perto: todo ano eu defino um orçamento, e apesar de manter meus gastos dentro do limite geral, eu não costumo seguir à risca os limites das categorias – se eu defino, por exemplo, R$ 100,00 para gastar com alimentação, mas no final do mês eu acabo gastando R$ 220, eu estou fugindo do orçamento, mesmo que a falta de gastos em outras categorias compense o valor final no mês. Preciso começar urgentemente a obedecer os limites que eu defini!

O objetivo mais complicado de alcançar está sendo o último… Os outros eu estou seguindo à risca. Acho que só preciso de um pouquinho mais de disciplina.

Um caso encerrado

Quem lembra de quando eu tive um mega azar com duas compras em lojas online diferentes? Pois bem, hoje essa história finalmente acabou.

Com a primeira loja (Loja 8MM, que inclusive saiu do ar) o problema foi resolvido em pouco tempo, já que eu tinha feito o pagamento por PayPal. Eles constataram que fui lesada e devolveram o dinheiro.

Já com a Dafiti, que novela… Mandei mil e-mails, postei uma reclamação no Reclame Aqui, eles respondiam que iriam me mandar um vale trocas e sempre mandavam um código inválido. Depois de quase dois meses, cansei e pedi reembolso do valor. A Dafiti informou que faria uma ordem bancária em meu nome, fui ao banco diversas vezes dentro do prazo e nada… Então, com o final do ano, a mudança de apartamento e tudo o mais, acabei esquecendo! Só no início deste mês tomei vergonha e fui ao PROCON fazer uma reclamação. E hoje, enfim, me ligaram da Dafiti avisando que a ordem bancária tinha sido feita no dia 02/03 (bem depois do prazo combinado, e nem me informaram). Hoje mesmo peguei o reembolso.

Estou aliviada, e sei que deveria ter recorrido ao PROCON antes, mas pelo menos tudo foi resolvido. Ainda vejo no Facebook da Dafiti várias reclamações, e digo que não compro lá nunca mais. Fica aqui o aviso aos leitores também.