Balanço de compras e destralhes (03/2018)

O que eu quis comprar, mas não comprei:
  • Acessórios de cabelo
O que eu comprei:
  • 1 tapete para yoga
  • 1 toalha de praia
  • 1 mini-curso de terrários fechados
  • Materiais escolares:
    • 1 caneta vermelha
    • 1 caneta-corretivo
    • 1 caixa de lápis
  • 1 tapete para a cozinha
  • 1 pashmina
  • 2 garrafas de licor e 1 de cachaça
  • 1 notebook
Do que eu me desfiz:
  • Nada

 

As compras supérfluas do mês foram a pashmina e os licores/a cachaça, apesar de esses últimos serem souvenirs/presentes da minha viagem. O curso de terrários eu não considero supérfluo, é um hobby e eu aprendi algo no final.

O tapete para a cozinha e as toalha de praia foram reposições do que eu perdi no incidente do esgoto, os materiais escolares são para a pós-graduação, e o notebook foi uma compra de emergência – já estava planejando comprar um futuramente, mas o meu antigo estragou depois de 5 anos de uso, então achei melhor adiantar.

Sem destralhes esse mês! Estou me sentindo ligeiramente culpada. 😀

 

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Terrário que fiz no mini-curso ❤

Balanço de compras e destralhes (02/2018)

Todo mês, durante o desafio do jejum de compras, eu escrevia uma lista de coisas que quis comprar, coisas que efetivamente comprei e coisas das quais me desfiz, para avaliar se estava realmente fazendo um “jejum” e comprando menos.

O desafio acabou, mas resolvi voltar a fazer essas listas mensais como preparação para meu próximo semestre sem compras, e para controlar de perto meus gastos com supérfluos.

O que eu quis comprar, mas não comprei:
  • 1 toalha de praia
  • Enfeites para a prateleira da sala
  • 1 tapete para yoga
O que eu comprei:
  • 1 cinto preto
  • 1 cinto marrom
  • 1 bolsa
  • 1 lenço
  • 1 faixa de cabelo
  • 2 luminárias
  • 1 lâmpada
  • 1 vela decorativa
  • 2 conjuntos de toalhas de rosto e banho
  • Passagens e hospedagem para minha viagem de férias
Do que eu me desfiz:
  • 1 cinto marrom
  • 1 bolsa
  • 2 calcinhas

As toalhas foram gastos inesperados, porém necessários, por causa do que eu contei no último post.  Os cintos e a bolsa foram substituições – poderia ter comprado um cinto só, mas o modelo que eu gostei só vinha numa promoção do tipo “2 pelo preço de 1”.

Objetivos financeiros para 2018

Como prometido no post anterior, esses são os meus objetivos financeiros para 2018:

Aumentar a poupança mensal para aposentadoria: em 2017 eu comecei a guardar uma quantidade para a minha reserva da aposentadoria, mas era um valor baixo. Esse ano fixei o valor em 12% da minha renda. Cheguei a essa porcentagem através de um artigo do site Finanças Femininas, chamado “IMC do Bolso”, que indica o quanto você deve poupar por mês de acordo com a sua idade.

Investir 100% dos ganhos extras: geralmente, quando recebo algum dinheiro além do salário (vendas, reembolsos, etc) eu costumo gastá-lo porque nunca é uma quantia alta, mas quero passar a investir esse dinheiro também.

Mapear maiores despesas e reduzir em pelo menos 10%: essa meta foi inspirada por um artigo do site The Financial Diet sobre a “regra dos 10%”, que consiste em analisar cada categoria do seu orçamento e pensar como você pode reduzi-las em apenas 10%. Pretendo fazer isso com minhas maiores despesas: alimentação, gastos com a casa e transporte.

Passar 6 meses sem compras: faz tempo que estou querendo fazer um outro ano sem compras, mas nos últimos tempos eu sempre preciso de uma ou outra coisa, e fico adiando. Em 2016 eu fiz o desafio do Jejum de Compras mas, apesar de ter reduzido meus gastos com supérfluos, eu não os eliminei completamente. Vou aproveitar que meu orçamento estará bastante apertado esse ano para passar seis meses comprando apenas o essencial e nada mais. Provavelmente começo em julho!

 

Balanço das finanças de 2017

O ano passado também foi um ano tranquilo em relação às finanças – parece que é a única área da minha vida sobre a qual eu ainda tenho algum controle, risos. As despesas aumentaram, mas as receitas também, porque finalmente fui contratada como CLT! 2017 teve seus altos e baixos, em resumo:

Pontos positivos:

  • Comecei a poupar uma quantia mensal para a aposentadoria;
  • Incrementei minha reserva para emergências;
  • Mantive as compras de supérfluos sob controle, graças à minha lista de compras permitidas por mês.

Pontos negativos:

  • Novamente, não segui à risca os valores definidos para cada categoria do meu orçamento mensal;
  • Estudei menos do que gostaria sobre finanças;
  • Gastei bastante (de novo) com restaurantes/delivery e Uber/Cabify/etc. Os dois gastos aumentaram porque estou saindo mais, mas também por preguiça de cozinhar ou ir a pé ou de ônibus para os lugares.

Conclusão:

Como repeti alguns erros dos anos anteriores, principalmente no que diz respeito á definição do orçamento, acho que chegou a hora de adotar uma nova abordagem. 2018 será um ano de muitos, muitos gastos – todas as minhas despesas fixas estão aumentando, e a pós-graduação também vai pesar bastante, por isso preciso ser ainda mais responsável com meu dinheiro. O post da semana que vem será sobre as minhas metas financeiras para este ano.

Em 2018 eu vou…

Será que é muito tarde para definir resoluções de ano-novo?

2017 foi um ano difícil e eu acabei não fazendo quase nada do que eu queria, fiquei bastante desanimada.  O início deste ano também não foi nada fácil, mas estou tentando me organizar e fazendo o possível para ter um 2018 razoável, pelo menos. 😀

Essas são minhas metas para o ano:

  1. Fazer pós-graduação: ano passado esse item foi um extra, mas esse ano ele é oficial: já estou inscrita no curso de pós-graduação em Engenharia de Software e, se tudo der certo, começo as aulas em abril.
  2. Cuidar melhor de mim: essa meta é bem genérica e inclui coisas como cuidar da minha saúde física e mental, melhorar meus hábitos etc. Eu tenho vários mini-itens para alcançar, mas como eles podem variar ao longo do ano, achei melhor escrever apenas a resolução-chave.

Dessa vez são só duas resoluções porque sei que vou ter bastante trabalho com elas.

Um bom fim de janeiro e 2018 a todos!

Compras (frustradas) para a pessoa que eu queria ser

Quem nunca comprou alguma coisa pensando não no valor que ela traria para a sua vida no momento da compra, mas no futuro, e acabou esquecendo essa compra em um armário qualquer? Eu sempre.

Um post no The Financial Diet sobre aspirational spending –  o hábito de comprar coisas que se adequam a uma versão idealizada de você mesma, e não à real  – me fez refletir sobre todas as compras que fiz (e ainda faço às vezes) que, em teoria, me transformariam em uma pessoa melhor. Mudar de estilo, ser mais saudável, adotar um novo hobby… Cada compra trazia a esperança de alcançar a pessoa que eu desejava ser mas, como previsto, nunca se concretizava:

  • Roupas/sapatos/acessórios que não tinham nada a ver comigo: hoje em dia não faço mais isso, mas antes de entender meu estilo e criar um guarda-roupa minimalista eu vivia comprando roupas que achava lindas mas não usava por um motivo ou por outro. Quando era adolescente também acontecia muito de comprar algo “mais feminino” só por pressão da minha mãe, como sapatos de salto alto. Tudo acabava encalhado no armário.
  • Planos de academia que não aproveitei como deveria: preciso fazer musculação. Odeio musculação. Não vou na academia. Jogo dinheiro fora.
  • Materiais para projetos que nunca foram executados: eu tenho muitas ideias para projetos de decoração, mas ás vezes eu me empolgo, compro os materiais e percebo que não vai ficar bom, ou acabo deixando para depois e nunca faço.
  • Cadernos maravilhosos que ficaram intactos na minha escrivaninha:Vou fazer um diário de viagens para registrar as lembranças dos lugares que eu visitar, vai ser ótimo”. Eu só não contei com a preguiça de escrever.
  • E-books que nunca foram lidos: quando comprei meu Kindle eu realmente pensei que ele iria facilitar a minha vida – e facilita, quando eu me digno a pegá-lo para ler alguma coisa, o que não tem acontecido com muita frequência.
  • Jogos que estão esperando no computador: chega a época de Steam Sales e eu compro pelo menos 4 jogos em promoção, me parabenizo por ter gastado menos que R$ 20, jogo um deles, esqueço os outros, e repito o processo no semestre seguinte.
  • Produtos de beleza que ficaram encalhados no banheiro: durante meu tratamento contra a acne, minha pele ficou muito seca então comprei um hidratante corporal. Minha pele continuou seca porque eu nunca lembro de passar o hidratante, e quando lembro fico com preguiça e acabo não usando.

Confesso que fazer essa lista me deixou um pouco revoltada, tanto com a minha ingenuidade de achar que adotaria certos hábitos quanto com o dinheiro desperdiçado nessas compras. Além disso, percebi que eu não estou organizando muito bem o meu tempo, porque eu gostaria de ler mais e de zerar meus jogos, mas nunca dá, já que eu estou sempre ocupada com outras coisas. Por fim, a lição que fica é que eu preciso refletir bastante antes de comprar coisas: elas precisam ser úteis para mim, não para a Bárbara que existe na minha cabeça – por melhor que ela seja.