Finanças: balanço de 2016 e objetivos para 2017

No quesito finanças, 2016 foi um ano relativamente tranquilo para mim. Apesar dos aumentos de preços, consegui economizar para emergências e para gastos genéricos, sem me sacrificar.

Pontos positivos:

  • Consegui poupar aproximadamente 40% do meu salário todo mês
  • Aprendi um pouco sobre finanças e investimentos e parei de usar a poupança como investimento principal
  • Completei minha reserva para emergências, não com três meses de salário como era meu objetivo inicial, mas com seis.
  • Gastei muito menos com roupas, coisas para a casa e outros supérfluos

Pontos negativos:

  • Apesar de definir melhor os valores para o meu orçamento mensal, não segui tudo à risca
  • Gastei demais com comida, principalmente em restaurantes e deliverys

Este ano, pretendo continuar pelo mesmo caminho, reduzindo mais gastos e poupando mais para o futuro.  Meus objetivos para 2017 são:

  • Guardar dinheiro para a aposentadoria: já era complicado depender apenas do INSS antes, mas agora, com a reforma da Previdência, isso vai ser praticamente impossível. Agora que minha reserva para emergências já está “pronta”, quero começar a guardar dinheiro para a velhice, e preciso fazer isso o quanto antes.
  • Aprender mais sobre finanças e investimentos:  mesmo tendo aprendido bastante no ano que passou, ainda sou muito leiga no assunto. E já que preciso me preparar para o futuro (como disse no tópico anterior), preciso estudar mais sobre isso.
  • Reduzir despesas, até mesmo as essenciais (se possível):  já não gasto tanto com supérfluos quanto antes, e acredito que agora seja possível reduzir as despesas essenciais, como compras no supermercado e conta de luz, por exemplo.

Defini menos metas que no ano passado, justamente porque elas não são tão fáceis de atingir, e precisam de dedicação. Ainda assim, espero ter sucesso!

Objetivos financeiros para 2016

Em 2015 eu cumpri quase todos os meus objetivos financeiros com sucesso. Para esse ano minhas metas são um pouquinho mais difíceis, mas espero que consiga realizá-las também. Aqui vão elas:

Poupar ainda mais: no ano passado, minha meta foi guardar 25% do salário. Hoje estou guardando 40%. Recebi um aumento no início do ano e, apesar de todas as contas também terem aumentado, consigo reservar uma parte maior do meu salário para a poupança.

Esses 40% são meu limite de “confortável” – tirando o que eu guardo e o dinheiro para o pagamento das contas, sobra pouco para gastar, mas estou separando uma porcentagem tão alta do meu salário porque a partir de Setembro começo a pagar as parcelas do FIES, o que vai reduzir minha quantia mensal de poupança. Então, decidi guardar o máximo de dinheiro possível até lá.

Aprender a investir: estou acostumada a guardar dinheiro na poupança “desde sempre”, mas no ano passado comecei a ler blogs/sites de finanças e aprendi que esta não é sempre a melhor opção. Já comecei a diversificar e investi uma quantia em LCI, agora pretendo ler e aprender mais e buscar outros investimentos. Como não sou rica, preciso esperar meses até juntar quantias razoáveis para investir, mas sinto que estou progredindo nessa área!

Finalmente completar minha “reserva de emergências”: falta pouco para completar minha reserva de três meses de salário. Minha intenção é deixar uma quantia de pelo menos um salário na poupança, e aplicar o restante em outros tipos de investimento, que rendem mais.

Fazer um orçamento melhor e controlá-lo de perto: ano passado eu falhei, mas espero que agora eu consiga seguir meu orçamento. Já comentei que estou definindo mais detalhadamente os valores mensais de cada categoria, agora só falta segui-los direitinho e ficar longe de gastos adicionais.

Já sei que terei mais gastos lá para o meio do ano – meu aluguel sobe em Julho, e as parcelas do FIES começam em Setembro e continuam por um ano com o valor mais alto (depois de um ano, diminuem), mas acredito que vou conseguir cumprir meus objetivos.

Balanço das finanças em 2015

Minha vida financeira esteve ok no ano passado. Não houve nenhuma mudança significativa em relação a 2014, mas tive um pouco mais de disciplina e consegui poupar mais que no ano anterior.

Pontos positivos:

  • Consegui criar e manter uma poupança para emergências. Poupei um valor fixo todo mês e não toquei nesse dinheiro uma vez sequer. Ainda não consegui juntar 3 meses de salário, mas estou quase.
  • Minha poupança para gastos gerais foi bem útil. Paguei o curso de francês, a academia e minhas férias com ela, tudo à vista.

Pontos negativos:

  • Gastei bastante no cartão de crédito. Não me endividei além da conta, nunca precisei pagar o mínimo, mas deveria ter controlado mais meus gastos, e esperado mais para pagar as coisas à vista.
  • A compra de dois celulares em menos de dois meses (por causa do roubo do meu telefone novo) foi um baque no meu orçamento.
  • Percebi que estou definindo meu orçamento do jeito errado. Geralmente eu estabeleço o mesmo valor todo mês para cada categoria, mas às vezes tenho um gasto maior, previsto com antecedência, que ultrapassa o valor geral e acaba parecendo que eu gastei além da conta, quando não é o caso. Por exemplo: no gráfico, eu ultrapassei o orçamento em Março (pagando a anuidade da academia, que foi previsto) em Setembro (comprando o celular novo, previsto) e em Dezembro (comprando outro celular para substituir o roubado. Só isso foi inesperado).

 Conclusão: estou melhorando no controle das finanças, gastei mais do que devia apenas em um mês em 2015 (um recorde na minha vida!), mas cometi vários erros e pretendo não repeti-los esse ano.

Logo logo vem um post sobre meus objetivos financeiros para 2016.

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Gráfico do meu orçamento de 2015

Minha tabela de despesas e receitas

O post de hoje é sobre mais um dos meus métodos de organização de finanças. Como vocês já sabem, além de fazer o controle dos meus gastos no Minhas Economias, eu utilizo uma planilha do Excel para gerenciar as parcelas que preciso pagar.

Nessa mesma planilha, eu criei uma aba para fazer uma estimativa dos gastos do mês e calcular quanto eu vou gastar e quanto dinheiro vai sobrar. É bem simples, como mostra a imagem a seguir:

Tabela de despesas X receitas

Tabela de despesas X receitas

Na coluna da esquerda eu listo todas as despesas que terei no mês (despesas fixas ou gastos já predefinidos, não incluo alimentação ou compras ocasionais). A soma desses gastos, com adição da quantia reservada para a poupança, é o total geral de retiradas.

Na coluna da direita eu listo as entradas – o salário e o dinheiro que restou do mês anterior. A soma destes valores é o total de disponível.

Subtraindo o total de gastos do total de ganhos, resta o dinheiro que vai “sobrar” no mês, para gastos com alimentação e outras compras.

Essa planilha tem sido bem útil para prever meus gastos, com ela eu consigo saber se posso fazer uma compra maior (de coisas para a casa, por exemplo), quanto dinheiro vou ter depois que pagar todas as contas, quanto eu preciso guardar para o próximo mês, etc.

 Por enquanto minhas previsões da gastos tem dado certo, mas ainda preciso economizar melhor o dinheiro que sobra no fim. Acho que assim que acabar de pagar as compras parceladas e o curso de francês conseguirei ter um controle maior.

Objetivos financeiros para 2015/2016

Durante boa parte de 2013 e todo o ano de 2014, meu principal objetivo financeiro foi “juntar dinheiro para poder morar sozinha”. Com esse desejo realizado, no início do ano defini novos objetivos para conquistar:

  • Economizar mais: dizem que o ideal é poupar pelo menos 10% do salário. Atualmente, eu consigo guardar 25%. Depois que terminar de mobiliar/decorar meu apartamento, é provável que eu economize mais um pouco. Quero um dia poder poupar 50% do pagamento, mas isso ainda está longe…
  • Ter uma poupança para “gastos gerais”: uma parte do dinheiro que guardo vai para essa poupança, que vai servir para quando eu quiser fazer uma compra ou pagamento maior (algum móvel, um curso, uma viagem, etc.), assim não preciso me preocupar com parcelas nem fico endividada.
  • Ter uma reserva de emergência: todos os sites de finanças que leio dizem que é necessário ter uma reserva de 3 a 6 meses de salário para emergências. De acordo com as minhas contas, conseguirei juntar 3 meses de salário só no ano que vem, mas o importante é que estou guardando o dinheiro para isso.
  • Controlar meu orçamento mais de perto: todo ano eu defino um orçamento, e apesar de manter meus gastos dentro do limite geral, eu não costumo seguir à risca os limites das categorias – se eu defino, por exemplo, R$ 100,00 para gastar com alimentação, mas no final do mês eu acabo gastando R$ 220, eu estou fugindo do orçamento, mesmo que a falta de gastos em outras categorias compense o valor final no mês. Preciso começar urgentemente a obedecer os limites que eu defini!

O objetivo mais complicado de alcançar está sendo o último… Os outros eu estou seguindo à risca. Acho que só preciso de um pouquinho mais de disciplina.

Minha tabela de parcelas

Atualização: modelo da tabela disponível para download, no fim do post.

Já comentei que não sou a maior fã de fazer compras parceladas no cartão de crédito, mas depois da mudança esse recurso tem sido válido. Entretanto, é fácil ficar perdida com as parcelas das compras (principalmente se forem muitas), então adotei um método que chamo de “tabela das parcelas”.

É bem simples: criei uma tabela no Excel listando o valor das parcelas de cada compra que fiz por mês. A partir daí, vou adicionando eventuais compras ao longo do semestre, e ajustando a soma do Excel depois que pago uma fatura. Assim, sempre sei quando termina o pagamento de cada compra, e consigo calcular facilmente o quanto estou devendo e o valor estimado da fatura do próximo mês (caso eu não faça outras compras com o cartão).

Também coloquei nessa tabela outras parcelas que pago que não são do cartão de crédito, como a mensalidade do curso de francês. Abaixo, um print da tabela:

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Como estarei “endividada” no cartão até Abril, tenho evitado comprar no crédito. Ainda preciso de algumas coisas para a casa, mas estou  tentando adquirir apenas o que é possível pagar à vista, com o dinheiro que sobra no mês. Aos poucos vou conseguindo!

Atualização:

Atendendo ao pedido de uma leitora, vou disponibilizar um modelo do arquivo que uso. Coloquei algumas entradas de exemplo, mas quem quiser usar é só apagar. Para inserir uma nova compra, é só adicionar uma linha na tabela. O campo “Total a pagar” mostra o valor de todas as parcelas – se você quiser exibir apenas os valores que não foram pagos, é só alterar a fórmula da soma. E para marcar o que foi pago, só é preciso mudar a cor da célula com a respectiva parcela para verde. Espero que ajude! Para baixar, clique no link abaixo:

parcelas

Balanço das finanças em 2014

Financeiramente, 2014 foi o meu melhor ano, desde que comecei a trabalhar. Aprendi com os meus erros anteriores, passei a poupar mais e comprar menos. Ainda que eu tenha tido umas “escorregadas” de vez em quando (errar é humano, uai :D), eu consegui manter meu orçamento bem equilibrado.

Assim como em 2013, eu ultrapassei o valor do orçamento mensal apenas três vezes: em Abril, em Julho e em Dezembro. Os gastos de Abril foram por causa da minha viagem a São Paulo, os de Julho foram com coisas que comprei para a casa, e os Dezembro foram com a mudança e tudo o mais que tive que comprar para o apartamento.

É importante lembrar que não me endividei em nenhum desses meses. Todos os gastos a mais, princialmente os gastos com a mudança, foram debitados da minha poupança, que fiz especialmente para este fim. Já estava guardando dinheiro para morar sozinha desde o começo de 2013 – no início a quantia que conseguia poupar por mês era muito baixa, por causa do meu salário de estagiária, mas depois que fui contatada pude poupar metade do meu salário todo mês! Foi por pouco tempo (6 meses apenas), mas isso me garantiu uma quantia boa para alugar o apartamento e comprar os móveis e eletrodomésticos essenciais sem fazer dívidas.

É claro que a minha poupança ficou zerada depois da mudança e das compras. Isso já era esperado, mas deu uma tristeza, viu? Como já disse no post de resoluções ano-novo, agora preciso economizar bastante e refazer minha poupança. Tenho novos objetivos financeiros para 2015, mas isso é assunto para outro post.

Abaixo, o gráfico do meu orçamento de 2014, gerado no Minhas Economias.

Gráfico do meu orçamento de 2014 – Receitas X Despesas

Gráfico do meu orçamento de 2014 – Receitas X Despesas

Balanço das finanças em 2013

Como já disse aqui, eu uso o Minhas Economias para fazer o controle das minhas finanças. Hoje fui checar o meu orçamento de 2013 no site, e fiquei surpresa com o gráfico anual – “obedeci” os valores estabelecidos em quase todos os meses!

Estou feliz porque ultrapassei o orçamento em apenas três meses e, na média, gastei menos do que planejei. Isso é um feito e tanto, já que em 2012 eu fiquei no vermelho em pelo menos cinco meses do ano, e em 2011, foi praticamente o ano todo! Aliás, “ultrapassar o orçamento” não quer dizer, necessariamente, que gastei mais do que ganho – isso aconteceu só em Janeiro e Maio, na verdade – os valores mensais calculados nunca correspondiam totalmente ao meu salário, já que não incluí todas as áreas de gasto no orçamento (a academia, por exemplo, só pago semestralmente, então não está inclusa).

Já fiz o orçamento de 2014, e espero que nesse ano eu não ultrapasse os valores nenhuma vez, vou me esforçar para isso!

Gráfico do meu orçamento de 2013 - Receitas X Despesas

Gráfico do meu orçamento de 2013 – Receitas X Despesas

Organizar a vida em 7 dias – Dia 7

Inspirado nesse post.

Criando um orçamento mensal

Tenho o hábito de registrar todos os meus ganhos e gastos há bastante tempo, como já foi dito aqui. Utilizo o gerenciador financeiro Minhas Economias e registro TODOS os meus gastos, desde a fatura do cartão de crédito a uma bala que eu compro na rua. Não posso dizer que a minha organização é exemplar, mas venho melhorando ao longo dos anos, e o mais importante: consigo gastar menos do que eu ganho a maior parte do tempo.

No início do ano, eu tinha feito um orçamento, definindo valores máximos que eu poderia gastar em diferentes “áreas” (alimentação, transporte, cartão de crédito, etc.), mas não deu muito certo – eu estava ganhando pouco demais para me manter, precisava da ajuda da minha mãe  e sempre ultrapassava o orçamento, mesmo sem comprar supérfluos! Decidi então só economizar o máximo possível, sem definir valores exatos para os meus gastos.

Agora que eu mudei de estágio, e recebo vale-refeição e vale-transporte, a coisa muda um pouco de figura. Pretendo gastar com o transporte apenas o valor que recebo mensalmente do VT, e a mesma decisão vale para o VR. Farei o cálculo desses valores todo mês (já que dependem dos dias trabalhados).

Com o salário, pagarei o cartão de crédito – ainda faltam 5 das 6 parcelas do Kindle, e posso fazer outros gastos, desde que com moderação – e a conta da internet 3G. Não tenho nenhum gasto fixo além desses dois, portanto, do dinheiro que sobrar, 20% serão depositados na poupança (no mínimo), e o resto eu uso como precisar. Se sobrar no fim do mês, ponho mais na poupança!

Acredito que se eu me organizar bem, vou conseguir poupar bastante.